Hoje Encostei-me, beirei o rosto ao mar Propus ao céu encinzentado, o meu silêncio acoplaria a imagem que via a um nada: Sol, depois mar, antes o cinzar exposto. Aproximava o curto espasmos em reflexão, estava alvo dos descasos, quebradiço a maresia o tempo havia oxidado-me. Depois do cigarro, respirava com menos oxigênio, mirando o som do quebrar das ondas uma, depois outra e estavam todas quebrando, carregavam em suas medidas, o alicerce da minha espinha, que curvava ao bater. Algo que não calculei, desesperei. Alcei o violão para a roda, engajei: Desistência do momento. Sem ter o que abandonar, percebo o Vazio, Brincar de mar e sol, assoviava ao resquício da alma, que se apresentava às lagrimas... Fluído carismático, volúvel, escolhia e permanecia na consciência de um estado, e quando mutável eram só suspiros. Ontem O dom de ter a vida, era moldurar de todos os cantos e encantos, Com voz e depois silêncio, A pintura estava lá, sem luz,ou de repente em cores. Os corpos entorpecem, ...