quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Os astros são resquicios de alma.

à repetição

a Surpresa,

indefinição... são

às voltas, os clichês

fincam a realidade

Aos elementos.


O Ar és Surreal, inimaginável

o Fogo é a imagem do estômago

A água por entre a terra, e o som das estrelas, interligam os resquício de alma.

Certas horas os olhos definham o tempo

somam as sombras

Ao incerto, certos minutos, os segundos dobram a eternidade.


Misture os tons, os sabores e saberes

 E quando não souber


   invente o mar.



o que é o som...

      do que é a cor




Os sabores...

    És multi, Transmutável.







quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Fôlego

o que te inquietas?

ser a sombra?

seria?

Não comporte-se.

Carregamos

o ar

não nos pertence

pois inventamos

o desejo de inventar.

convida o valor
das palavras
ao deslocamento
do teu respirar

Solte
sol-te
soou-te
a ti
solte o sol
tem
luz-e-sombra, Sou!

ar-te
moves,
a ti
idade
do virtus



segunda-feira, 12 de novembro de 2012

O guardador!

quantificou

Tudo em guarda napos, fora de uso.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Prefácio


Ao olhar cadente.

Quais dos eu planeja a confusão
é correto
dizer amo-te
a-creditando ao que os olhos propõem

O fechar

a espera
doutro canto
que fosse ao lado de tua voz.

Ao abrir

A busca é repente
o improviso
é quase caduco
quando os olhos ficam a rir
um ao outro.

 II-

Reflexo do refletir. A-partido passado.
perdeu
ouvidos
ao passo que todos os eus eram gritantes.
a imagem
era esbouço
do calabouço
que corriam
em corroer.

III-

- Hoje há canto, encanto é vida!

Confessionário:

antes
o
túmulo.


O tumulto
é a alma
carregando os vultos.


Carregar
é a calma enraizando comodismo.

A calma
provoca à alma
danças.

Dançar é também reapropriar-se ao ritmo...

o repertório
é da calma.

Composição das cores da calma:

Azul
               Vermelho

Branco

            e  amarelo.

parelham
ao suingue
a volta ao feito
volviamos cada gestos

E quando recuperei-me

és magia?

- não confundas com bruxaria

A sincronia
ira irônica
para com o real.

reinventaria cadencia sobre si

ó mente
se for preciso
ergo-te ao cume

para iludir-me
e o tombo
reinventa-ria cadente
e iluminado.