domingo, 31 de março de 2013

Cartas de corte

Teus jogos
sem regras
          ou vencedor,
esvaziava o tempo.
que antes preenchia de horas.

Juízo comparativo
cantarolava
marchas insanas,

Comuns.

a substância
o tocar
e sentir
olfato nostálgico

A matéria
física:

Tabuleiro.

O homem torna a olhar a calçada.
encosta a outra metade das costas no contra guia.
com o baralho separado.
Fazia jogadas que os olhos não acompanhava.
Estavam prontas.
Até que cerra-se, e a profundidade do escuro, erguia aos planos do passado.
E antes que voltasse as costas com o muro.

Dissipou todo ar que a garganta acumulava.
o peito feito compressa, lançou o impulso:


SOU O VÁCUO ?

ESTAS TRILHAS SÃO VIRTUAIS!!!


o som é estridente e agudo,
o susto, e a esperança, confinam cores.
que o linear desconhece;


Tudo repetia sobre a mente.
o tudo não tem definição.
mas se o dissesse,
a palavra ecoava
até que encontrasse ar para preenchesse a casca.

O homem juntou o que restou das cartas,
Queria vencer
e isso trouxe do âmago
sem senso.
o riso descontrolado.

- Não terá trapaça!

Enganava-se;







terça-feira, 19 de março de 2013

Superego e id e o ego?

Perdia o tom ao palanque do orgulho, sorria entre muros;

Represa de eixos: Graus que um equilátero invejaria a perfeição
                                              Do caos, a desordem.

                           Que   Nutre os anseios. O ser pulsa...
                   Pulsa, repulsa
                             insulta a própria alma, com falas sem ar
Ar sem fala.


Para clamar Dor?
ou Prazer?

Tende ao ínfimo  fim do estado ébrio.
Toc Patoc tac tic te  tictê ticte tumba, tumba, Tuumba, Tumba!

Não estou longe do real,
porém, vivo o abstrato
em comprimidos vitaminados.
ares em reservatórios.
- - - - - -- - - - - - - - -  - - - -- - - - - - -
-             pediu o tom ao pronome oblíquo;
--
- - -   Mesóclises!
  -     O peito tortura-se
           com o instinto coletivo
                   Padrões que em fuga. formara outras rotas

Ver-te  diante dos olhos é apalpar o ilusório

        Valores morais, Mortais ou fatais.

  tempo, contagem, expansão.


______

Não anseio o desejo, sou apenas poeira em colisão: o fogo dilata a superfície.

Sofro a cada descoberta de massa rústica sobre o virtuosismo do superego:

Disputas que ideais não aceitam à compreensão
olhos do breu , carregam luzes foscas, doutrinadas por cores


tons que iguais, eram diferenças
tornava a ser


formas e equações do cotidiano.


 FUGA - Antidoto
sem efeito
produzia
sistemas de imaginação
conduzia em promessas e rezas.

 Sos tum di
tum di sos
distunsos

Harmonia dos desejos,
dança dos enredos.
cantava sambas
para o nascer do dia,

Cada frequencia das cores
invade
a realidade.

segunda-feira, 11 de março de 2013

Desencontro dos cacoetes


As menções que a mente
realiza à Fuga
Despejam aos movimentos
que inspiram da beleza
a sutileza.

o ar que cadencia com a terra
o tom do fogo.

A água que ao inundar os olhos
rasos,
mililitros de lampejos
 iluminam
As cachoeiras
Dos sonhos.

E as letras transformam-se em sussurros:
palavras, sem equações ou vértice
perfuram os ouvidos
desprezando a destreza da alma que ouve.

Sorria
ao ser vista desnuda.
Presente do instante em que a emoção
Capacitava o dom
do invento contra o estático.








sábado, 9 de março de 2013

Arte em caos.


Corrompe-me de repetições
o imaginário
e o interlúdio da c-alma

Nunca esteve preenchida por ela...

Sempre à sossegar.

os prédios, as calçadas
guias casas retas... arranhando o céu
simplificando as sombras sobre a terra.


Experiências que o desejar
era desvario com  lógica-mente
o ar
terra
fogo
àgua

-perdi-me em linhas
que estavam travadas em tablaturas

Perdi traços
que as cores não preencheriam
nem com penumbra.

redobrava as equações dos pragmáticos
a burocracia
que reinava ao cegar.
evocou o invisível.

ao ver os olhos
doente com tom das luzes.
o branco lapidava o ambiente
os verdes só seriam verdes
se vermelhos alternasse em laranjas.


- Estas arvores
são frutíferas
se vejo o fruto.

Hipócrita dos impulsos.

fazia cacoetes em caos

- todo meu pensar fora
optado pela respiração
E meu devir
cadenciava a renovação.

Entre dias
Só ouvia se cantasse
centenas de horas
em poucos minutos