terça-feira, 28 de agosto de 2012

Baile: Enquanto engano e representação

Há mentes assinando-os,
Assassinando-os
Há mentes, de mentes anteriores .
há inventos contra o que sente,
Há felicidade em fingir...



Asssente teus sisos

              Tão Pobre, Duvido;

                              invente-se Sorrindo.

Sente-se sorrindo?

de mentes, montam teus castelos.
Tua vivência
afugenta do
que o rastelo deixa para traz. enfileirado, por ordem de necessidade.


Ouviram também
do cheiro do papel
o compasso que a pena
manchava sobre  as linhas...
                                           Foice, Pensamento
                         Cortejam as Glândulas
            Rastejam a razão
Centilam o
               Tempo, modelam
                                     o espaço




 baile de mascaras.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

As Estradas são Autos

comprimentaram-se

As estradas, falaram sobre o nome
não inventaram desvios, pois conheciam teus becos.

A despedida antecipada trouxe
o improviso para novas conversas,
por tantos caminhos que fossem enganos, as placas foram
modificando as indicações ...
concluiram Quando duas estradas se encontram, a viagem trará reconhecimento e troca de solo
o céu não era o mesmo para todos
estas tuas curvas, são vistas que o horizonte funde maiores distancias e distrações...

-Como pode dizer que me conhece?
           -Lembro-me de todas árvores que plantou...
-Minhas esquinas criaram extravios,
que agora me faz rir...
            -Onde estão os heróis? 
-aguardando meu trânsito.

TROCARAM AS MÃOS!

Redescobriram
novos tetos,
distrair-se para com a vida.
e se a cor escurecer
procure a lua.

apropriaram-se de mapas
que desmentiam todos os que antes
apontavam às minas: minimas de nossos instantes.
Temperatura, tempero
sem freio,
Desconhecia também as calçadas...
atropelou




quinta-feira, 16 de agosto de 2012

prece ao que não via

Bem dito
Tudo que fora visto era surpresa
Coêncidencias
quando previsto.

todo o enredo
construções de rampas e abismos
que somados
Tornam-se tropeços.

Não rezaria
quando visse Deus.
Talvez eu calasse
admirado por minha maldição,
Diá-ría
riria.
que não ousaria questiona-la.

Erronea ilusão
torna-se viva
com o instante
e perdoado com lembranças

Arrisca-se ao que, perante a qual desejo?


Tosse bocejos,   Que - projetilo para fala

Cospe da alma
o riso que a calma não mesura

tua usara é riqueza : sua plenitude altitude do que ampliou do breu, engano de mascara marcadas
rompe a pureza das fraqueza do individuo:
Ordem desordem
pedem o que cede
devem o que pede.


Tão tão
Engraçado
lembrar e dizer que ri, risco do espaço, descalço gosto do rápido passado: tão tão...

ao que não via sonhou
poderia o quanto quis, fez-se e perdoo-se...

não viu o campo que rompeu com o amanhecer
as plantas morreram e aterra ficou rala:

escoou o estudo dos raros.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Troquei as palavras



regra-vam : em quantos mestres, maestro
compilava a língua, linhas aéreas...
em riscos sintetizados


Atrofiava o sentido
por riso contido
formavam tantas vertigem, névoa
trocava as luas,
ora passava noites sem vê-la

os que viram
riram
pois era de ser...

pensei que fosse.

Fossem simbolos,
ou ausência deles.



segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Passeava


Boa noite

 Quantos sorrisos
    que nos fazem rir...
quanto choro com lagrimas de dor...

Equivaleria-se qualquer sede insaciável ou?


         Aqui não vale!


Convido ao vale da imaginação

        Conte-me...

Todos os sentidos são inválidos

         Prestáveis à qualquer fome?


Durma!
           Por que dormir?
                Se podemos correr...
Corremos até aonde?
Até aquela placa:
              Proibido invadir.

Aos caos
sem casos ou...

Durma....

    
Soltaram os braços,
dançando com toque dos calcanhares.
Dobrei-me
Duvidei do ser triste
que definia-se atravez dos sons ambiente....


Revi o ambiente
com cores decorando o anteceder do amanhã...
andamos
Antes de ceder
ao conforto
de proeza.
Presou com pouco de pressa
tropeçava
com cascas apalavradas em guias.


Sonda, luzes
Refração de ondas
vertentes,
bem...
enlameado por sensações
de pensamentos,
alheios.

Foram com os olhos

ao filete da lua com os comunicados
                                             que estavam vindo
                  vagando os cumes que não estimávamos.


Oferta
de fuga
monte
sua rota
cortemos
a frieza
sem
seus nuances...
Volveremos.


as vezes viamos as ruas
mas dali
sooaria ecos com respostas cortada
criando novos espaços " por tempo" 


sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Vôou aquele pássaro que ressabiava quando (você) sorria
com as novidades extra oficiais;
Pairava:
modelando o fundo, com
Som de um mundo
que inventamos...
Envolveu-me com teus braços e os laços que dava às palavras: convencendo-me das virtudes do poeta.


Fiz recado para todos os versos, era medo do avesso, o que desconhecia, tranformava-se em viscoso... modelei com movimentos de despretenção à nova condensação.

De atenção
a ação
sem compreensão
pois... não há!!!
Já houve compromisso com a condenação?

Deixei que letras escapassem entre os dedos,
e os olhos analistas corroiam-me com as coêncidencia .


Eu não cheguei a dizer que poderiamos estar em transe?

Trançamos ideais que meu ser afoito, revigora ao lembrar-se... Ouvi gangorras, escorei ao escorregar, marquei os passos e todos os cantos;
Marcava  espasmos.

Eternizava o que dividia
minha divida,
por ouvir e tentar negar a mesma árvore... das ternuras desejadas e prometidas.

Perda de fala,
compressa de folhas que caiam no quintal.    Os pássaros sincronizavam-se com o ar gelado e iluminado. Buscou todas que pousassem:
O alpiste
foram regorgitado

         Em volta da nova substância,
que mudara, na verdade o seu estado...
os novos pássaros
Cantam números
que têem ventado.
Vendaval trouxe-me
o valor da suposição,
Então arrisquei pedir emprestados
tuas asas.



... você ainda reproduz aquele assobio, e refaz os arranjos do pássaro
Com música e alpistes para alimentar um viveiro, por milhares de anos...

Imagino-te caminhando
com os olhos vedados
vivendo a plenitude da cegueira de ser o jardim, cantarolando composições
de marca-pássaros. sincronizando o ar gelado e iluminado
com o pulsar 
redescoberto.

Livre dos olhos 
posso fecha-los
e ainda enxergar
Com audição e imagens de uma toupeira
Acabo trombando as frequência
com a imagin-ação. 

Advinhas o fruto da árvore,
pelo som
confirmas o tom, com o paladar
Pálacios
aventurado
pelas visões que as estátuas fitam...
                                                              ... Estátuas
                                                 com razões que só um olhar
                                                       do mesmo ângulo
                                                              munidas reflexôes.... escolhi o melhor gesto
                                                                      e sentei-me ao lado
                                                 com os olhos fechados podia,
                                                           vê-la recolher as mãos
                                                 sem tira-las dos olhos .... acompanhando a cabeça com a altura.
                                                             desenhei seu movimento em cerâmica.


Harmonia entre hormonios
mordomo das estações.
harmonicos:
vozes que reconheceria
d'entre todas as outras
que ensurdecem-me. 

Grita atavés de ondas 
respostas para a confusão dos mares.


poderia esquecer junta da onda que leva as letras que foram cravadas na areia.
Alto mar
Levou todo o real 
Confundiu o que eu eternizava 
com grãos que levaria à profundezas;

Da rapidez que levou-me 
trouxe-me de volta
à calma que ria e soprava
o próprio som.


quinta-feira, 9 de agosto de 2012

... (que teu ínfimo)

que o teu ínfimo,
seu estilo perante os vicios
os pensamentos reproduzidos
em sequência, frequência curiosa
Vistosa, aparente tudo que posso espelhar à vista
   d'outros olhos...

O homem depois de ler o que escrevia
fez vista grosa 
pois parecia seu próprio cobaia

Estudavas os movimentos
que aprendia desprender
já possuia todos

estimulo é visão e querer
querer é somar fé e ação
planos e sonhos
dons e tons

Eloquencia para com a alegria .

A prendia Real-Mente Ser.


              Calma alma que tua chance
                vem com a luta
               e que teu sangue de toda força para sorrir...
               Calma alma
              que teu poema
             veste-se dos meus lemas
             corra alma calma
                viva sob a alma da calma.



Ali ao canto da alma
a nova ordem fora dada:
calma foragida deveria ser reinventada.

ouve-se o canto
encanto esfarrapado
silêncio silábico
intuitivo
toda frase soaria fase
amargava o amâgo, a ânsia de guerra e paz.

O peito, caixa acustica 
espelia tua sorte com a tosse. 





domingo, 5 de agosto de 2012

Constipava até aterrissar

 
Sentidos aleatórios
Evitava o sufoco até que não estivesse mais sobre o controle.
sentidos contrários
desordem, descrê
Confundem...

Do que escrevo e não vejo
o estalo: Riso que sussurra, pilhas de ruínas empoeiradas.
Descrevo para compreender
porém Há a imensidão: dos prazeres
E os olhos do que sofre.
 

Há os que vêem e aterrizam ...
Há os que voâm, para desprender-se
do solo, e guiam-se em qualquer sopro
que levante vôo.

Desordeno; Revejo...
o visonário refez todos os proximos instantes,
Extirpou ao que provara ser sua fraqueza.

Voltou a si, descrente da volta
outra nova-idade
Decidiria:

Flutuar ou caminhar sobre a terra molhada!?



Doou o pessimismo à folhas que ainda secariam
O bom dia; Passa olhando nos olhos.