quinta-feira, 16 de agosto de 2012

prece ao que não via

Bem dito
Tudo que fora visto era surpresa
Coêncidencias
quando previsto.

todo o enredo
construções de rampas e abismos
que somados
Tornam-se tropeços.

Não rezaria
quando visse Deus.
Talvez eu calasse
admirado por minha maldição,
Diá-ría
riria.
que não ousaria questiona-la.

Erronea ilusão
torna-se viva
com o instante
e perdoado com lembranças

Arrisca-se ao que, perante a qual desejo?


Tosse bocejos,   Que - projetilo para fala

Cospe da alma
o riso que a calma não mesura

tua usara é riqueza : sua plenitude altitude do que ampliou do breu, engano de mascara marcadas
rompe a pureza das fraqueza do individuo:
Ordem desordem
pedem o que cede
devem o que pede.


Tão tão
Engraçado
lembrar e dizer que ri, risco do espaço, descalço gosto do rápido passado: tão tão...

ao que não via sonhou
poderia o quanto quis, fez-se e perdoo-se...

não viu o campo que rompeu com o amanhecer
as plantas morreram e aterra ficou rala:

escoou o estudo dos raros.

2 comentários:

  1. Se visse Deus, saberia de minha maldição!rsrsr

    O gosto do passado passa rápido, Tão! Que somos passados em pleno presente

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  2. Em ciência atropelada, em fé entusiasta, ou na realidade encruzilhada.

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