segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Passeava


Boa noite

 Quantos sorrisos
    que nos fazem rir...
quanto choro com lagrimas de dor...

Equivaleria-se qualquer sede insaciável ou?


         Aqui não vale!


Convido ao vale da imaginação

        Conte-me...

Todos os sentidos são inválidos

         Prestáveis à qualquer fome?


Durma!
           Por que dormir?
                Se podemos correr...
Corremos até aonde?
Até aquela placa:
              Proibido invadir.

Aos caos
sem casos ou...

Durma....

    
Soltaram os braços,
dançando com toque dos calcanhares.
Dobrei-me
Duvidei do ser triste
que definia-se atravez dos sons ambiente....


Revi o ambiente
com cores decorando o anteceder do amanhã...
andamos
Antes de ceder
ao conforto
de proeza.
Presou com pouco de pressa
tropeçava
com cascas apalavradas em guias.


Sonda, luzes
Refração de ondas
vertentes,
bem...
enlameado por sensações
de pensamentos,
alheios.

Foram com os olhos

ao filete da lua com os comunicados
                                             que estavam vindo
                  vagando os cumes que não estimávamos.


Oferta
de fuga
monte
sua rota
cortemos
a frieza
sem
seus nuances...
Volveremos.


as vezes viamos as ruas
mas dali
sooaria ecos com respostas cortada
criando novos espaços " por tempo" 


Um comentário:

  1. Vish!!! Agora humilhou!

    Fudido mano!! Imaginei quadro, cenas, filmes com sonhos...

    Muito bom!

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