sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Quase passado a limpo.

Deram o rascunho,
passariam por alinhamento
as folhas limpas,
que iria revestir.

Escureceram de café
as beiras,
aproveitou a cor,
conspirou outro enredo.
somassem.
dedicou-se a esquecer;
e ter por si
o que via;

acomodado ao lado
a lamparina
rabiscada uma escravinha, a cafeteira.

capturando as luzes
que refletem
no semblante,
o espaço. Retrato.
outras formas,
ora idênticas, ora desfoque.
nítido só ao ver
aos olhos, antes, o óculos
encorpando;
meias cinzas...
escondidas
pelo cobertor ..
enquanto o rascunho
prometido a outra folha
espera...
o pavio escurecia despercebidamente
o ambiente, paciente:
deixaria para escrever o rascunho em outro lugar.
apaguei-a antes que me limitasse. Deitei.

capa: 4° ato - Fática Compreensão.

Antes de capas,
Ilustrações de um contexto
cancerígeno,

Belo, antes coubera.
uma desculpa por deixar escarpar.
de falar por dentro do texto,
Está conversa.
Desavença do modo; notório.
Antes da crença, da beleza.
Tentativas, antes esquecida
brevemente; até compensável.

Comparável a capa, do momento.
Enriqueço, ao desconfiar.
desenrolar.
todo conteúdo, disperso.

Rondava apostas... pareadas.
concisa.
Dentre tudo.
inadiável, até que aconteça.
antes que não pertença.

saciando, parte da descoberta.

Da conversa.
do estado de atenção,
distinção do ato.
ator, desafiador da situação.
o é.
Atuação:
atuando o destentavel. Inventível.

Ao final, antes da capa,
benigno, instinto.

pretexto à almejar,
dentro da própria conversa,
convencimento. justo. descomprometido.
laceado definido, ao não dito.
Pertencido... pareado ao acreditar.
Antes, o invisível
causal, casual.
Antes da conversa.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Por nada

Corrijo
a rigidez
do nada;

Por exatamente...

Enfatizado; sem querer

comum' corte, oportuno por...
interrompida corrida,
mente, certa, flerta
o ignorar:

pioro a correção
a critério: próprio da palavra.
Com a mesma finalidade da vida: Corta!

o desconhecido percebe parte do todo...
nada que desfie o desafio:
desfazer.

Por tanto nada; ao canto, canso. Ao esperar.
Buscando, portanto.


Condomínio I

escupiste rindo
partem, vindo
esquecido.
parto, ao meio
do quarto,
andar, a cima.

escolheste a via
rasa, viável.
Poupaste de tinta
distinta, ao resto do quarto;
antes simplório
depois ainda de valor, ou com...

ainda há tempo;
iluminar o corredor
preocupar o relógio
e com... o temporal.

Chuvoso telhas,
Solo sol, chão economia...

Reuniremos,
Discutindo.
Comprometendo-se
com o bem; estar
de todos, cada um em seu incômodo.

Solicitam do sindico
Recibos,
Desculpava-se,
Estranharão-se,
Resolviam-se a
panquecas, e pancadas.
uma depois, outra.
Clarearão-se em compaixão,
novos corredores. Do Novo ex-morador
cobria-se de vermelho
com marcas frescas,
cheias de palavras
inventadas
pelo ideal, o
justo. o
Agora.

nomearam a dona das panquecas
síndica,
Carteiro tem perguntado
da cartomante
o vizinho do baixo
diz que a filosofia vai matar seus filhos,
Matara dois em sequencia, e
com o outro ameaçando nascer.


quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Até Breve...

Dessa vez fora só visita
Chegaram, queriam, queríamos.
Ser juntos.
mal explicado
o endereço.
Mostramos que estamos.
Tentamos: Pra todos os dias.
Bebemos, Rimos
Silenciei,
despedi
olhei meu abraço
no sorriso
atrasado: O ônibus
Ameaçava sair.
Ameaçando não, deixe-os ir,
cantando alegria,
prometi...
A pé, o caminho
com euforia
que viraria saudades.

domingo, 25 de setembro de 2011

Ímpeto do instante.

Esticou às beiradas
beberam todos os contra, regras;
Estipulei a liberdade
pelas estribeiras.

Agora sim. Aguará
essa falta de...
Estimularia todo o inverso, se fosse livre de mim.
Fiz do pensar, a equação,
a sensação.

Centro: Existo.
Todo: Coexistimos.

Os pés
de areia,
a seda
o céu esfumaçado.

o coletivo em grupos,
apartaram o todo.
por amor ensaiado,
Em casa de escolas.

Do estalar
das águas;
trago, outro gole.
Permaneço.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Nascimento.

Pediu novidades,
no dia do aniversário:
a data fora identificada
pelo surgimento da insatisfação.

nascera, no dia de ontem.

Agora existirá também um frio.
Teria que reivindicar
comida e carinho.

Uma estória
de criança contada para o adulto
Nova idade, novo ciclo,
voltando a criação: Infância.

Tentará explicar o amanhã,
com a tempestade que tem acontecido.
Comprará um casaco,
ainda assim estará encharcado.

Consciência:

Até certo ponto. Final



terça-feira, 20 de setembro de 2011

Nos dois sentidos( continuando )

São Palmos. Aplausos.
Uma recepção em grande estilo.
Abalos, A balas...
E um vazio; uma Refeição.

Quando esperando
Com reflexão,
em súbito narrando
com surdez.

Além daqui.

há outros aprendizes
despencando da perfeição;
Assumindo a dúvida do ideal.
Passemos a deixar de acreditar.
até que com paixão iludimos o
Real de agora.

Estou presentes em crenças.
Passei a existir
em mundos diferentes de percepção.

Tão parecido com Respirar.
O que deixa de ser.
ou, o que não é.

Nos dois sentidos

São Raros,
Criam e explicam
Riem por simplesmente:
Ser.

São rasos,
perante a insignificância
Simplistas ou Artistas.
Os dois são.
Todos Somos.

São casos,
Diários, de dias, generalizando
toda lógica do presente
inerente ao próximo
Agrado.

São animais,
belos e regurgitados,
estão em queda, livre,
segurando o desconhecido
com curiosidade.

Evolução em ciclo.

Aqueles mesmos de agora
parcelado em moeda estrangeira,
moda de nacionalidade.
O estado humano, este que já fora
anunciado presidente de si.
Incorpora-se ainda em ausência,
Sem sentidos.
relação entre causa e futuro.
Nesse eterno Retorno
de heterônimos;
Estereótipos em formação, cíclica,
Ao menos expanda junto do universo.
cada qual em sua escola: Ascendente mente.
Acidentalmente, talvez não faça sentido.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Pra quem percebeu

Quem não soube.
Que sempre coube em ideias
Inerentes a uma conquista,
Inexplicável.

Inesperado.
Passei a olhar e esquecer.
Do mesmo confuso.
Que esqueço.
Travando, e voltando.

Um tempo curto
De estado aprendiz,
Sinto-me agradecido
Sem o suposto merecido.

Estou para o mundo
A responsabilidade
Do resumo
Em sumo estado profundo: Revolução...

E em planos diferentes
Vamos armando,
Amarrando,
Amando para uma mudança.

Educar, sempre foi a esperança.
Daqueles que como aliança
Sente a inocência de ser sonhador.

Corruptos de valores,
Convido-os para uma luta
Contra o distraído
Em lista de espera.

Pela arte,
Com a vida
De carência de dívida.
Pela parte,
Que ensinar
Implica amar.

Com egoísmo pelo coletivo.
Esta razão que encontrei, em vocês, por todos nós.
Uma linha à cada um:
Implico sua musica
Em inexplicado acaso de se entender
Suspiro amor por traços desenhados
E os outros da casa que me trazem identidade, amigos que chegam e partem. irmãos.

Por aqui outro adeus,
Correspondido
Insistindo a volta
De quem percebeu.

domingo, 11 de setembro de 2011

à Vida:

Pedinte
coração doente.
d'alma que sente
o inatingível.

Insiste
em doer,
por não ser
escolhido, Invisivel.

Sem existir,
identifico
um desconhecido
raso.

Lúdica injúria
de estar,
e não querer
e não poder.

Infinitamente determinado
o sofrer por ti.
Eu mesmo.

Eu, mesmo que
em espera, ando,
Em circulos:

Tudo renasce, apesar de parecer padecer.
Até a esperança
de um só dia.

Das pedras
que dizem serem suas, pego-as para mim.
E escondo de nós.

Escondemo-nos! desse
ar de arrogância.
Respiremos toda à fragância,
desconhecido seu.

À raridade :
Preciosa,
personificação desajeitada.

Inspirado e dedicado à patty

sábado, 10 de setembro de 2011

Invente, emende, em mente.

Perduro o egoísmo

Sem ismo,

Entre mãos,

Aperto com esperança

Da religião

Fugenciar as mentes sem

Grades;

Da filosofia

Personifico o monstro

Dentro d’entes querido

Sacrifico o sacrilégio.


Empasse, caminho.

Meu anterior, de mente.

Minto metade.

Deboche.


Só pode ser dor

d’entes.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Et setrA

Ó paixãozinha,
apontas um sorteado
de possibilidades.

Das letrificagem
às formas em cores.

Com a sensibilidade sobreposta em técnicas.
Ó paixão, zinhar de inventar, o inventado!!
Zinhar-me de carinho, incompreensível.
Ó sinhá sabes de minhas fraquezas.

Um quase descontente,
mesmo quando mostro-me
em dentes, sorrindo.

Em olhares com sons.

inquietude de um desconfiador.

desfio o todo e...
ETC.


domingo, 4 de setembro de 2011

Sem ciência


Apoiaremos,no agora, nossas verdades,
em descobertas que desmentem anteriores.
Donos do saber,
mascaram o desconhecido,
com fatos.
Encaram o mundo
com inflamado ego.

Sou quase anti religioso,
Mas toda a arrogância de uma interpretação.
Faz de mim um anti roteirista.

Estamos assim; o quão próximo da integridade?



sábado, 3 de setembro de 2011

des-pertinência.

Tão de pertin...
passaram.
foi assim
todos interrompidos...
no meio da palavra.

-se tranquilize, logo acharemos.


Entre, o cheiro
e o mal estar !

Das faltas, cartas em mesa,
Entraram a julgar.

Todos partiram,
levaram meu jogo!

- Se tranquilize.

Tranquilo estou,
só imploro por meu destino de volta ...
quero minhas cartas.

assim de pertin,
entre a palavra e o espaço,Vazio.

- onde você vai?

Seguir.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Ecoante

Liquido

O fluído que ultrapassa

a cobiça individual.


Felicitando memória

de percepção.



Dignifico:

toda falta de Química,

in-citando ilusão.

Todo mal dito,
redito.

As páginas com mosaícos, cupins!
Alguma utilidade pra tantas palavras criadas?
Cupins!

logo, durmo!
tudo o que fora percebido... amanhã ainda será! ainda será... ainda será?




quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Acaso

Se por o acaso eu fosse condenado,
ele continuaria a existir?

O que dizem sobre a ordem natural,
todos esses erros fazem parte?

Descobrir que estava equivocando-me,
só reduz minhas respostas.

Bom dizeres, sobre o que adaptamos.
Ignorando a situação.
Quanto orgulho em uma falta de identidade.

como posso acreditar que vedar os olhos, em algum ponto da vida, seja louvável.
Sua luta termina aonde?
e a inocência?
Para os "opressores" : viva o comodismo.