quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Onde Volta?

Como pressuposto: Sou.

Simples mente

Contente.

Com aquilo que penso ser.

Ou deixo.

Soluço tudo aquilo que percebo

Prendo a respiração a fim de evitar.

Mas logo sobrevivo.

Sob-vida observo.

Ou Deixo.

Afim

De a qualquer momento implorar.

Sou só afim.

Ainda sem armas só penso no que já foi dito.

Palavras de um ciclo indeterminado.

Caduco-me

Em velhas ideias tão minhas.

Quanto uma condenação nossa.

Sambo em passos contra o tempo.

Suplicando sua ausência em Doses.

Dosado está.

Estava. Estará?

Imaginação: ó seres imaginários, cada qual terá seu mundo.

Mudo ou burro, estaremos tentando dizer, entender.

Acordando e dormindo em uma imagem sua.

Criando um absoluto para os próximos descobridores de dores.

Com otimismo ridicularizo toda individualidade

Veja : Eu ridicularizando-me.

Dia a dia.

E no fim perguntaste:

- onde volta?

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Agora

Deixo para o estado

Controlar a dor do instante;


Tenho tanto deixado

Que por algum dizeres

Acabo convencendo-me

Que estou marcado

De traços análogo.

Que calmaria

sinto que a revolução
estar por vir...

Desejaria

A ausência

desse destino.


Deixo o Estado.
Esperando friamente sua repetição.