segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Versão do Carma

Santificado seja o nosso corpo
condição de alma
ou sauna surreais, poderia
apoderar o som dos karmas
ou um soar o outro.
Por ser.

Os Incapazes, psicóticos
estamos limpando a ausência
de ambição, e da própria propagação
relacionava-se escultando
os passo do vácuo presente.

Estando todos em uma reta,
queda, apoiam-se em sua psicose
um instante que chamam de alma
calma, ou guerra. ou culto.
Por ego, ou medo do som, ora crescente...

o capricho está na falta,

Chamam Jesus de Gandhi,
como se nós fossemos diferentes
da espécie, pecados da existência
nos pertence, ao tempo, o som, o que deixamos....
Levamos junto d'alma também sem crença...
o eco que nos leva ao Ego.

Indivíduos amantes,
o realismo consequente, dos dentes que rangem
com frio... da exposição:
dor, consequência do amor, ao saber que ama
ao ser vitima Dual.

A humanidade...
bandos psicóticos.

sábado, 29 de outubro de 2011

Sentido oposto, Sem sentido.

Os símbolos tem sido insuficiente
aos tratos da poesia,
carregados de pluralidade
não explicam...

Castigam-se ao esquecimento,
detalhes que convulsionam
ao raro instante.

Definam como estilo
ou insuficiência, ao passo
que as pausas, inspiram
respirar, ou perca de fôlego

Símbolos irrisórios
ao descontentamento do concreto,
esperto em dúvidas, mesmos frequentes.

Capacitaram
todas as cargas ao modo,
Como se fala,
como se carrega
a si
depois interpreta.
São regras. Quebradiças;

Maquia todas as próprias descobertas
em versos
de profecias
ao seus olhos...
escondendo nos pronomes
o corpo linear. Que dê sentido.

Inspirado em não aceitar
outra ocasião
permanecemos
atingindo
quase um passo.
passando aos poemas seus olhos.

Gratifica-se o poeta:
das artimanhas
que preenchem os vácuos
e o desinteresse pelo
manifesto de imaginar,

Forçava o que imaginava:
intensões aos avessos
insistindo na contradição,
proibindo que escolham
sua verdade.

Mostro toda a dúvida
pelo gosto
de continuar escrevendo.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

4° Parte - Por um tempo, deixava a maré.

Estava frio a fora
levamo-nos ao passeio:
escultava com melodia o
groove do mar,
o cacoete era meu
quando era questionado,
soava-me bem só sentir a musica...

Quando ameaçava um canto,
permanecia nele
a estancia despercebida anunciava minha voz
repetia pensamentos...
os meus, a freira, vitrola, magia, desgraça e contradições.

A empolgação do arco iris
contaminavam todos,
primeiro ela
depois mistificado por mim.
prometido ao amor o mar
quebrava
anunciando a despedida.

Era só preenchimento
cores sobre cor,
deixou sua frase
até que a onda levasse:
- "Sermos o que estamos sendo, soa hipócrita
diante do que não escolhemos".

oriundos a nós,
interessava-me
a luta com galhos,
gritavam outra língua
que a aparência
mostrava risadas.

avisava-me sobre conquistas
conquistando meus sorrisos
listando nossas viagens
era belo vê-la distraída
parecia por mim.

Despedimos com o mar,
buscaria sua amiga, estava chegando de viagem.
Permiti-me convence-la que esperava a próxima onda...
Por um tempo distante de tudo, a não ser do agora.
O meu do dela
confundia meu futuro,
e meu descompromisso.

Tinha desculpas
e armas de sobrevida.
permaneci beirando o mar.

3° parte - Consequência das portas.

Os casos vinham,
passavam por descaso
e ainda acreditei depois no acaso.

Mas era pura intenção,
questão de vaidade,
Lisandra falava desconstruindo
o amor, sendo a caridade de nosso Deus.

O mesmo que provou a inexistência,
insisti deixar-me a deriva,
saberia de todas as possibilidades
diante dos meus olhos,

estava, por somando todas as dúvidas,
o disco era novo,
coloquei por curiosidade,
quando gostava de Lisandra,
era a distancia dos meus acontecimentos
os que via, e poderia esquecer.

Comum, dentro da condenação ...
prevista, à alienação...

2° parte - Ao conhecer Lisandra, apresentava-me no verso

Ao contrário do que penso
Insinuei com lógica.
Persegui ao revés
dos engenhos
Próprios de disfarce.

Identifiquei por cor,
aquela que era meu entrave
faria equacionar minhas decisões
a partir do acaso,
encontrava ali e eu também estava.
Esperava o transporte
dei sinal e desisti.
O vestido vermelho subiu
no mesmo carro
que decidi parar.

Olhei-a por pouco
Sorria, nascerá ao aparecer
Roubava todos a volta
por ser Ladra.

Sempre sorria, com
mania de observar-me
poupei esforços
abdicando ao moço do lado
desafiasse-a com seu pescoço rodante.

Rodava, disfarçava, enfrentava.

Era Lisandra.

Tinha uma franja,
por isso deixei que os interessados, por um tempo, estimulassem nela alguma atenção.

Eu o era, trazia certa tranquilidade
em renunciar minha vontade:
Calmaria, ao avessos também.

Poupou-me de ler o livro,
que aos saltos, vinha acabando
deveria amar, só por prolongar
meus romances.

Acabei descendo no ponto final, quando ela descerá meu ponto já havia passado, o horário marcado
ficaria reagendado.

Por motivos, explícitos
acabei por memorizando:
seu olhar por de trás dos ombros,
criava-me charme. grande bobagem já que não há veria mais .

Chegará ao ponto as 8 horas daquela manhã.

1° Parte - Do acidente concebido a si.

Esquentava, à pico, inchava minha cabeça de calor e fome;
Pediram...

Hasteava; Cheiro de sol; Os cursos rente ao que não via
Adivinhei a direção do vento, soprando alternativas.
Cursava, naturalmente, experimentava.

Sofisticava-me o ciúmes pela vida.
Talvez ela devesse maior explicação, ao ciumento,
destemido, recluso-me à sombra ao som da vitrola.
Sempre estivera ouvindo quando o vizinho
Desejava bom dia, ao seu dia.
Questão: Percepção.
A contagem permanecia, ao contra passo da freira
Ao atravessar a rua;
Necessitava assinalar por partes, esperar que o sinal vermelho;
ou o forte da marcação feria as notas, ao mesmo que os passos encontram o carro,
jogando-a ao fim da crença, a distorção da guitarra deixava a cena, curiosa.
outra virada de batera, batera de cabeça e nuca. autopsia ao luz do dia, à pico, esquentava.
A senhora balbuciava, enojei-me com a insistência, provavelmente do sol que batia meu rosto.
Faria almoço; pedia explicação ao cortar os tomate,
entendia a comunicação, comuniquei: assistindo.

A relação entre a vida e o tomate, certamente se da aos bons tratos do jardineiro; Era janeiro primeiro dia do ano que vinha; Era esperado. havia sido acompanhado, portado-me em gritar quando via que a freira estava a prova da verdade.

- Vá encontrar com seu Deus. Ouvi em alguns choros;

Precisaria dos limões para a salada, convenci-me de que eu dizendo para que se encontre seu deus soaria Ateu. Preocupante; Questão: Imagem.
Até que volto a janela, estavam juntos em desgraça, curiosos buscavam alguma informação direto da abertura entre o crânio e o asfalto, guiava-me bem na cozinha, a guitarra Page, voltava Hastear fogo e bom dia ao convento da rua. Alguns enquanto o viam cantava juntos da distorção; não é sempre que vejo um acidente sob meus olhos, por detalhes.

Lembrei só quando Lisandra ligou, perguntará se podia vim antes do almoço; naturalmente aceitei, estranhei; mas ofereci convencendo-a como se fosse um novo convite.
Lisandra tinha olhos quase sonoros, dizia sem parar confinando-me quando a percebia.
Quando bateu a porta, o vizinho já havia saído, então coloquei algo calmo para ouvir. Eram escolhas.


quinta-feira, 27 de outubro de 2011

De lembrar

Passatempo
Nostálgico, sem compromisso
omitindo todo desconforto
assimilando em pequenas frequência
a insistência de relembrar
um bem estar, cá estou, ouvindo-me novamente.
sem risos suficiente para o momento, escondo no verso
os bons sons, em sumo, e sussurro saudades...
Solto um largo sorriso.

Verifico a temperatura,
atemporal estava ali a mim,
exemplificando:
da ausência
os sons antes despercebidos.
E mergulho.


terça-feira, 25 de outubro de 2011

Peripécia do saco sem fundo.

O saco sem fundo
saiu a preencher-se, grande feito: Sentir-se vazio.
Estava então planejando.
subiria aos montes,
Jogando-se lá de cima, soaria voo ou queda.
por medo do bolor, concluiu a felicidade,
definindo-a como seu mais belo fungo.

Era criado feito papel,
quando sopravam-o mais forte, prendia em pequenos galhos.
Era o mundo que rodava,
e deixava-o ali.
Foi capaz de duvidar da origem: Ventania. Apelidou Noroeste.
quando descobriu de onde vinha.
Escondeu um pouco de passagem, entristeceu por se apegar a uma pequena parcela.
julgou a possibilidade de um fundo.

-vai ver saco tem dessas coisas. Consolou-se. Até rasgar, em pedacinhos, creditou o vento: feitor.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Que refletiu.

Se Fosse passado a limpo
um tempo que estava
acontecendo,
e foi.

Estava farto de possibilitar
e aceitar minhas andanças
esperei, repeti palavras, desculpas.
que provam o ar rarefeito.

O descaso foi o engano,
a imagem causará
aos bons olhos,
levaria meu conforto
e o desanimo, das peças que Falharam.

Depender só do Eu,
é quase insólito, sugestivo
ao engano
do próprio desafogo, permaneci.

Imitava sombras
de casos, limitava ao acaso
esta foi a passagem, a imagem.



Otimismo.

Diante de tudo
somos nada
perante este
somos ...

II-Casa vias
milhões de pessoas e vidas.
Carros e cartas
viram e mail,
congestionando
a ponderação
da importância diante da impotência.
ato de pensar durante o estado de corrupção.

Material natural,
seria aquele da origem; vertigem.
Começam errado para acertar. e tentam.
O conjunto de água, nossa vaidade: da natureza;
Pureza difere do natural, quando diferente da primeira:
Marcas de arrependimento
modelando pedregulhos. Suspendem a marcação ao nosso alcance, perecendo-nos aos poucos, por valores. em moedas, prédios,
é o que viram em cima do formigueiro.


quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Adeus, à teus filhos.

Confundiram o pedestre
estava confuso
algumas frestas de luzes:
batiam o chão
esticando um fio.

Era quase
ao léu,
escuro, sentava-se obrigado.

Os rasos ricaço
eliminaram-se
ao acreditar no valor do bagaço,
Poupando quem fosse,
querer poupa.

A direita
a permanência
dos que viam,
Eram o prematuro .
A gravidade
levou todos ao caos
com falso andar.
Todos infecção hospitalar. Condenados pela vida... à ela.

presos ao chão, pisam nos frutos perdidos, esquecidos. Enlouquecidos.

O Fio, ora ali nos olhos ...
Por aqui os homens
com os dedos
lambuzavam-se.
Ora o vermelho, era também outro sangue.

Estava feito
por confusão
ou fim do tormento
ou ilusão.

As sirenes,
cromatizava as ruas;
bombeava-se o coração
relógio. O relógio,
todos criação.

tempo de rei,
democraticamente igual
a monarquia, descobriram novos navegadores;

Por falta do sentido,
escolhiam seguir ao clarão.
e a sirene, soava despedindo,
a direção era oposta, então planejavam
estavam por um fio, ou filho...
dado ao mundo, moeda de troca.

o cansaço surgiu quando
anunciaram que todos somos filhos, ou deuses.

Aliás Zeus,
Perdeu o cajado no dia do acidente.
pediram justiça
mas escolheu posar com o raio
a frente da faixa de pedestre.





terça-feira, 18 de outubro de 2011

Seremos...ciente.

Era a única,
estava ali sem presa
e asas,
banhava-se de pecar
aos olhos do mérito

Desvia o tropeço
em cambalhotas
de infância
ou só começo
de viver.

diziam que sem ela
não havia seriedade.
com psicologia
e as crianças olhavam-a,
autoafirmando , a falta de pureza. ou da falta de.

seria ficção
e animar
convicção
com consciência. estava, e não serviria a que.
ali era o mundo, de todo.

pra cada, por algum ocorrido.
acaso estava ali.
era única.

Assaltaram-a periodicamente.
sem data ou erro.
era sempre ela.
duvidaria da ascendência de ciência, no ato da troca, por deixar e aparar de novo.
sem dúvida, e certeza.
quase oposto, ou insistência... sapiência, por ter sido e arrependido.
doava-se o perdão,
e volta..envolvo veria.

domingo, 16 de outubro de 2011

Antes de Escrevinhar.

Recomeço, ao pensar,
A recompensa
do vazio, ou intervalo,

Perderia todos por
desperdício de momento:

Quase Satírico
o ofício, ou condena.

Tenho o primeiro
impiedosamente depois
sobre tempo;

E seguia, em curar
ao mesmo que adoecia,

despia-se com as palavras
Escondia-as;
Estavam bem, ali.

sorriamos por falta de
o que fazer, só o fiz.
Ao que escrevo
quando as silabas incham-se:
Valores, descartáveis a primeira
Vista, tumores.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Casual I

Foi o bocejo
forçado,
arrancado.

cansado
do sono
acusando-a

por de trás,
bom gestos,
e espiava-me.

encorajei-a
sorrindo;
o tom ouro

disputava olhar,
sabia de simpatia

Bochechas receptivas,
ou espiava alguém de trás?
imaginei-a mas só depois,

queria entender
o momento:
ela lembrava, antes de
o canto da folha
Aquele retrato,


terça-feira, 11 de outubro de 2011

São Paulo: centro.

Era dia de lua cheia.
a cidade corria, as mesmas pressas.
despertara a
corrida:
Trabalhadores, desistentes, e os que gritam:

Em nome da terra
que girava,
mostrava se inverso. Inadimísssivel:

-Jesus tem que levar vocês todos ao inferno. Vermes.

Clareou a algumas horas
a lua só se anunciara
criando a expectativa.
Permaneceu entre
amantes, e outros em delírio.

ouvi-a, querendo
admitir
Seu desencanto
com os vermes.

-Andei ao lado
escuto em tom
alto e esclarecedor,

Não rebati.

Isso fora antes do poema,
seguida da profecia.
quando ouvi
do sopro,
as pernas cruzadas
óculos escuros
e o chapelaço:

- Amigo, que horas são por favor?

Rebaixei a cabeça ao livro,
acusando não ter horas.
Não tinha.

A mulher com os dedos
no celular
sentará ao meu lado.

Claro que o acaso
a colocou,
não ofereci perigo.

assistia, do chão
animava-me
quando
o ritmo era ele quem escolhia.

As pessoas passam
em compasso,
aproveitando a acústica
dos prédios
e o banco de São Paulo.


Revirei os bolsos,
Vou embora,
sem pode agradecer,

Fizera amizade com dois fumantes
que me ofereceram
parar de fumar amanhã.

Vesti o casaco,
teria vindo aqui
por engano,
do saxofonista,
dos garis.

apreciava,
sem dar conta
de que tinha receio.

receava durante
toda a vida.
ainda assim parecia viver.


Alertei-me do onibús
ao fechar o livro
o personagem da travessia
falava alguma coisa para a camera
do pedestre.

resolvia ir embora,
uma vez a cada, seis vezes,

Por alguns intantes,
enquanto estive ali,
vi um corredor guiado por música.



segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Burocratas do dia.

Quantificava, por dia
a contia passava,
eram meses.

Burocraciava o passar
apreciando
as Leis:

Ocasionais, selecionada,
depois escolhida

Preferencia-se
arrepender
do ocorrido.
Esquecia a
Escolha, proporcionava
o ciclo: Pura dedução:

Com que vivemos
vive-se de uma;
arriscam-se os que
não se permitem
deduzir

Estariam assim
sobrepondo outras, Resultando.

Não condiz
escolher a ingenuidade,
nem tais palavras. Pura dedução.

Esquecendo o ponto dos
opostos, carrega-se
sem dicotomia. Aconselhando à pureza; Dedução:




todas soltas, presas
por insistência,
entregam fanatismo.

Separa-se do exagero
com gestos:
- Até logo.

domavam-se, continham-se
possuíam duas ou treze
sombras,

infeliz coincidência
desperceber, por dia
Sofria antes de anunciar.

domingo, 9 de outubro de 2011

Sonhava estar sonhando, acordado.

Alinhava-me
sem o fio
permanecia
endireitado aos opostos.

Norteava-me,
ao saltos e nós.
entre outras:
direções, aspirava outro momento.

O monumento humano,
descontentar-se ao ver:
É noite.
Castigava-me ao deitar,
sem sono. Instantes... em
que sentira a queda
e segurava-me. Por susto,
sussurro: devo estar sonhando.

Voando baixo,
tropicava na cama, cabeceira.
toda vez que calava-se em noite.
Desnorteava-me
Detinha o direito: Todos os palavrões destinado a cada Filho da mãe.

desvia-me ao som,
preparei-me à beber.
dançava e bebia.
fumava e levantava.
Cansava e tropicava novamente. xingava.
Rindo cada vez mais.
Os espelhos me tornam engraçado: no franzir da testa.

Irritar com os móveis,
ou a atração,
faz com que esqueça que preciso dormir.
Quando deitei,
era rotatória. Ora eu me vira no espelho, ora sentia não ter forças.
Engravitei-me e deixei me ao chão.

Observam-me, em vãos.
o da porta quase reconheci, sentia medo.
na mesa as crianças cantavam canção de ninar. Quem são?
as outras vozes ousei procurar,
notava minha imagem ecoando.

Não fazia parte,
Ouvia risadas e meu reflexo ria.
Contornei-me a esconder a visão.
Sucumbi.


Acordei ainda bêbado.
Com alguns raios claros.
desviei das garrafas tropeçando,
na confusão.

Ouvi um tanto de risada,
mas era só lembranças,
atordoava-me
distinguir da realidade.







quarta-feira, 5 de outubro de 2011

1° parte -

Passaram com Holofotes
a canhões.
Estudaram suas posições
sentido direcionado:
Luz e ato:

Apontaram o gosto,
Aproveitando o espelho
da madame,
Reduz o olhar
a si,
enquanto as cortinas estão abertas

aos olhos,
Veste vestido e véu.
o caçador
sob mesma cena,
a graça de sua admiração
fora da malícia,
Disfarçada pelo reflexo,
redescobre que observam-a,

Descobre-se galanteador,
ao dedicar uma bebida.
Quando outra bebida chega a mesma mesa,
A madame já teria visto o semblante de sede.

Olham-se, dizem pouco. Aos poucos.
O momento, estava no disfarce.
Enquanto ele mostrava, que esconderia tão bem seu perfil quanto o da moça.
perceberam-se. Olhava-a procurando
o limite a tudo aquilo. Admiravam-se:
Este: de passagem pela cidade
amargurava os restos de suas ideias,
Envelhecidas, que se estagnaram.
Esta: Viúva, traz o peso de culpa;
Tão dual, capaz de pensar só em sua imagem.
No espelho, parece procurar atras de si.
Por medo.


A noiva, prometera uma bebida ao outro cavalheiro,
Despercebida, até o momento em que o caçador
confessa, ter visto o casal se separando.
Ainda fria, tudo já era tão simples, era noite; e o defunto precisaria sumir.

Este: Estava certo de que não fora assim,
carregava a alma tranquila, certa e leve.
quase vendo-a como assassina, amando-a.
Sabia-se de suas fragilidades, teria aceito-as.

Soprou-se algum vento
enquanto ainda estavam sentado. Sentenciaram.
Levaram-se a favor do sopro.
A moeda fora lançada,
teria encontrado alguns defuntos;
Sentira medo e curiosidade.
A mulher, liberta-se da culpa, deixara que ele soubesse tudo.
Fizera isso com os outros, mas todos precisaram morrer.
O otimismo do caça dor, estaria no fato de ser escolhido depois de tantos.
Estava passando, enfrentando, Conversavam ainda. Redescobriam-se.
Olhava-a corrigindo-a só por olhar.
Contava todos os que tentaram contar. Vivos em algumas possibilidades.
Apesar das repetições, para a madame, sempre teve algo incomum
entre eles.

Do olhar sorrateiro, o medo.
quando notado, já teríamos
outro casal de vivos, na cena.

Sortearam-se a encontrar este caminho.
Tão belos, por um instante.
Sentaram-se em torno da enterro as pressas.
Todos presos a si,
a situação alertava um desconforto.
Aprendiz da madame, o caçador.
Juntou-se artimanhas da sedução.
Dessa vez dolo:

Convenceram a bebida,
sem sangue
A cerimônia estava pronta.
Esperavam o efeito no novo casal.


Prometeram, voltar ao som
Aliaram as descobertas
engrenagem,
Personagens próprios
com segredos,
no risco.

Traíram-se.
despediram sem preocupações.
sem nomes,
endereço.

Este: sai avoado, cambaleando.
Certo de que estava envenenado. Traí-se ao acreditar em detalhes da dama.
Manda-se sentar ao banco...

Esta: Tonta, certa de que o caçador também morreria,
Traía-se em arrepender, cantava em bom tom
a musica que marcou o silêncio da noite.


A dama sem notar, sombreada pela voz do caçador: cantam.
Estranhão-se sem interrupção.
Ainda sentado espera que ela passe, para acompanha-la.
Pensava que o veneno não tivera efeito nele, seria escolhido. A que? mas estava sendo.


















terça-feira, 4 de outubro de 2011

Momento.

Meditei a escala,
cooperei sonando
sonhando, aprendendo.
liguei os amplificadores,
desafiando a não se incomodar
ao erro, que disfarça ao editar.

Fingindo i solar-se
por enquanto,
Estudo, reconhecimento.
Quando horas passam,
em alguns tons,
pela sombra, vejo dança.
quase me canso, insisto na contagem.

Descanso, com o cigarro.
Aquelas mesmas, formam outro tema.
Com sons e silêncio, pausando
A voo... e tombo.

sábado, 1 de outubro de 2011

Mitomania


Ressurgem os sustos,
poder criativo
apodera-se do acontecido.

Desiste, insiste outra
entonação;
Longe dos meus preconceitos
observo, a mim também.
Mania.

Sem comportamento,
específico, complica-se
dentro do: possível.

As possibilidades
encurtam-se, a cada definição,
presencio o distúrbio,
aparentando entender.


Desprendia da verdade,
não tinha escolha. Testemunhava.
Aguardava a mania,
passávamos comummente com mitos
Todas as dúvidas humanas, alimentadas;

inexistimos,
com falso interesse,
Imaginava
maior convencimento,
mesmo sem esclarecer.

Aos poucos,
as provocações
importam outras expulsões.
Dissera que envaidecer
estava para chegar. Estopim, ego.
Estaria, eu aprimorando
saída com estilo.
Fomos expulsos,
a festa era para poucas manias.

Disseram: envaidecer,
fizera listas de convidados,
dessa vez, seria um novo maníaco.