sexta-feira, 28 de outubro de 2011

2° parte - Ao conhecer Lisandra, apresentava-me no verso

Ao contrário do que penso
Insinuei com lógica.
Persegui ao revés
dos engenhos
Próprios de disfarce.

Identifiquei por cor,
aquela que era meu entrave
faria equacionar minhas decisões
a partir do acaso,
encontrava ali e eu também estava.
Esperava o transporte
dei sinal e desisti.
O vestido vermelho subiu
no mesmo carro
que decidi parar.

Olhei-a por pouco
Sorria, nascerá ao aparecer
Roubava todos a volta
por ser Ladra.

Sempre sorria, com
mania de observar-me
poupei esforços
abdicando ao moço do lado
desafiasse-a com seu pescoço rodante.

Rodava, disfarçava, enfrentava.

Era Lisandra.

Tinha uma franja,
por isso deixei que os interessados, por um tempo, estimulassem nela alguma atenção.

Eu o era, trazia certa tranquilidade
em renunciar minha vontade:
Calmaria, ao avessos também.

Poupou-me de ler o livro,
que aos saltos, vinha acabando
deveria amar, só por prolongar
meus romances.

Acabei descendo no ponto final, quando ela descerá meu ponto já havia passado, o horário marcado
ficaria reagendado.

Por motivos, explícitos
acabei por memorizando:
seu olhar por de trás dos ombros,
criava-me charme. grande bobagem já que não há veria mais .

Chegará ao ponto as 8 horas daquela manhã.

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