quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Adeus, à teus filhos.

Confundiram o pedestre
estava confuso
algumas frestas de luzes:
batiam o chão
esticando um fio.

Era quase
ao léu,
escuro, sentava-se obrigado.

Os rasos ricaço
eliminaram-se
ao acreditar no valor do bagaço,
Poupando quem fosse,
querer poupa.

A direita
a permanência
dos que viam,
Eram o prematuro .
A gravidade
levou todos ao caos
com falso andar.
Todos infecção hospitalar. Condenados pela vida... à ela.

presos ao chão, pisam nos frutos perdidos, esquecidos. Enlouquecidos.

O Fio, ora ali nos olhos ...
Por aqui os homens
com os dedos
lambuzavam-se.
Ora o vermelho, era também outro sangue.

Estava feito
por confusão
ou fim do tormento
ou ilusão.

As sirenes,
cromatizava as ruas;
bombeava-se o coração
relógio. O relógio,
todos criação.

tempo de rei,
democraticamente igual
a monarquia, descobriram novos navegadores;

Por falta do sentido,
escolhiam seguir ao clarão.
e a sirene, soava despedindo,
a direção era oposta, então planejavam
estavam por um fio, ou filho...
dado ao mundo, moeda de troca.

o cansaço surgiu quando
anunciaram que todos somos filhos, ou deuses.

Aliás Zeus,
Perdeu o cajado no dia do acidente.
pediram justiça
mas escolheu posar com o raio
a frente da faixa de pedestre.





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