sábado, 29 de outubro de 2011

Sentido oposto, Sem sentido.

Os símbolos tem sido insuficiente
aos tratos da poesia,
carregados de pluralidade
não explicam...

Castigam-se ao esquecimento,
detalhes que convulsionam
ao raro instante.

Definam como estilo
ou insuficiência, ao passo
que as pausas, inspiram
respirar, ou perca de fôlego

Símbolos irrisórios
ao descontentamento do concreto,
esperto em dúvidas, mesmos frequentes.

Capacitaram
todas as cargas ao modo,
Como se fala,
como se carrega
a si
depois interpreta.
São regras. Quebradiças;

Maquia todas as próprias descobertas
em versos
de profecias
ao seus olhos...
escondendo nos pronomes
o corpo linear. Que dê sentido.

Inspirado em não aceitar
outra ocasião
permanecemos
atingindo
quase um passo.
passando aos poemas seus olhos.

Gratifica-se o poeta:
das artimanhas
que preenchem os vácuos
e o desinteresse pelo
manifesto de imaginar,

Forçava o que imaginava:
intensões aos avessos
insistindo na contradição,
proibindo que escolham
sua verdade.

Mostro toda a dúvida
pelo gosto
de continuar escrevendo.

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