quinta-feira, 29 de maio de 2014

Espelha-mente


Loucura posta
Cura desemposta
Posse do lou
Comodismo invertido
No seu avesso


O semblante preso
Nos olhos
Cego
O canto sur
Duvidava
Do vento


Amante
Da dor
Do virus intru
Zombido
D’alma.

Pés ao chão
Gelo, surra, chuva, a mor
Terrava o coração
Em plumas de galopes

Vai pra onde?


O suspiro, relinchou.

Angustia.Angustificava.Angustiava

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Uma

Há um novo
Estilo
Uma essência que toca vitrais
Uma vicissitude ínfima
Um sorriso
Intimo

Seria a essência
Que combinada
Com o ar
Um imenso amarelo queima-se.

Um desconhecido
Que nasce da primavera
Ao outono

O enredo
Auto regado
Florescendo

Com cores do infinito.

domingo, 4 de maio de 2014

Quantos

Em quanto a palavra
convida a naturalidade?
reais?
Em quanto a silaba
conta a palavra?
ouro?
em quanto o vento
inventa tempestade?
petróleo?
em quanto sua alma
e o papel relacionam?
Vida?

Enquanto os olhos cantam,
luzes ecoam no templo
Eu ros?

Entre os rios, sóis, sombras
enriquecidos momentos
em que agora já foi

e agora

        e...
...


E agora?