segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Burocratas do dia.

Quantificava, por dia
a contia passava,
eram meses.

Burocraciava o passar
apreciando
as Leis:

Ocasionais, selecionada,
depois escolhida

Preferencia-se
arrepender
do ocorrido.
Esquecia a
Escolha, proporcionava
o ciclo: Pura dedução:

Com que vivemos
vive-se de uma;
arriscam-se os que
não se permitem
deduzir

Estariam assim
sobrepondo outras, Resultando.

Não condiz
escolher a ingenuidade,
nem tais palavras. Pura dedução.

Esquecendo o ponto dos
opostos, carrega-se
sem dicotomia. Aconselhando à pureza; Dedução:




todas soltas, presas
por insistência,
entregam fanatismo.

Separa-se do exagero
com gestos:
- Até logo.

domavam-se, continham-se
possuíam duas ou treze
sombras,

infeliz coincidência
desperceber, por dia
Sofria antes de anunciar.

Um comentário:

  1. educação... difícil perceber o ponto exato do acerto, acredito que nem exista, prefiro acreditar em escolhas e só será realmente transformadora quando conseguir transcender o educador, mas e quando você deixa de ser o educando? e se nem for uma escolha? e se já houver tantas conclusões que te levem como à uma condenação de tentar acertar? e se essas tentativas fizerem você criar desinteresse ao seu meio...

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