domingo, 11 de setembro de 2011

à Vida:

Pedinte
coração doente.
d'alma que sente
o inatingível.

Insiste
em doer,
por não ser
escolhido, Invisivel.

Sem existir,
identifico
um desconhecido
raso.

Lúdica injúria
de estar,
e não querer
e não poder.

Infinitamente determinado
o sofrer por ti.
Eu mesmo.

Eu, mesmo que
em espera, ando,
Em circulos:

Tudo renasce, apesar de parecer padecer.
Até a esperança
de um só dia.

Das pedras
que dizem serem suas, pego-as para mim.
E escondo de nós.

Escondemo-nos! desse
ar de arrogância.
Respiremos toda à fragância,
desconhecido seu.

À raridade :
Preciosa,
personificação desajeitada.

Inspirado e dedicado à patty

Um comentário:

  1. aah como eu sou lenta, não tinha percebido que era pra mim... Não sabe quanto eu fiquei emocionada quando li isso, sério, sem palavras pra descrever. Queria poder te abraçar dizer: obrigada!
    Suas palavras eu guardo pra sempre, e saiba que já é muito especial pra mim!
    bjs da Patty <3

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