terça-feira, 28 de agosto de 2012

Baile: Enquanto engano e representação

Há mentes assinando-os,
Assassinando-os
Há mentes, de mentes anteriores .
há inventos contra o que sente,
Há felicidade em fingir...



Asssente teus sisos

              Tão Pobre, Duvido;

                              invente-se Sorrindo.

Sente-se sorrindo?

de mentes, montam teus castelos.
Tua vivência
afugenta do
que o rastelo deixa para traz. enfileirado, por ordem de necessidade.


Ouviram também
do cheiro do papel
o compasso que a pena
manchava sobre  as linhas...
                                           Foice, Pensamento
                         Cortejam as Glândulas
            Rastejam a razão
Centilam o
               Tempo, modelam
                                     o espaço




 baile de mascaras.

4 comentários:

  1. O que (ou quem) pretende esconder?
    Quem acusa de utilizar máscara?
    O tempo todo fingimos?
    As máscaras nos protegem do que há pra ser dito?

    Questões despertadas...

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  2. Tentar ser outra pessoa?
    Quando?
    Porque esconder as máscaras?

    Façam suas apostas! Ahaha

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  3. Ballet em braille ou desculpe pisar no pé, não danço bem...

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