sábado, 9 de março de 2013

Arte em caos.


Corrompe-me de repetições
o imaginário
e o interlúdio da c-alma

Nunca esteve preenchida por ela...

Sempre à sossegar.

os prédios, as calçadas
guias casas retas... arranhando o céu
simplificando as sombras sobre a terra.


Experiências que o desejar
era desvario com  lógica-mente
o ar
terra
fogo
àgua

-perdi-me em linhas
que estavam travadas em tablaturas

Perdi traços
que as cores não preencheriam
nem com penumbra.

redobrava as equações dos pragmáticos
a burocracia
que reinava ao cegar.
evocou o invisível.

ao ver os olhos
doente com tom das luzes.
o branco lapidava o ambiente
os verdes só seriam verdes
se vermelhos alternasse em laranjas.


- Estas arvores
são frutíferas
se vejo o fruto.

Hipócrita dos impulsos.

fazia cacoetes em caos

- todo meu pensar fora
optado pela respiração
E meu devir
cadenciava a renovação.

Entre dias
Só ouvia se cantasse
centenas de horas
em poucos minutos


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