quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

...Tempo de sonho...


Corra do sono
que trouxe a brasa
mate o entorno
e sinta o sonho

Somente o real
trouxera todas as possibilidades
de imagens
como sentir estar ali
e se despertar
transferir-se a um estado
de esquecimento
ou flash

Sábios da ciência
moldam sob o filtro do misticismo
Fánatismo ou religiosismo


Enquanto outro estado
se integra
e intrega ao impossivel
às possibilidades do surreal

Sufocando o entendimento
ao sentir
que estoura como se percebesse
uma brisa do mar

se fosse todas vidas
inventadas
amassem o detestável
só por contradição da falta de sentindo.

Inventando-se sobre o racíocíno do desconhecido
Vive-se o tempo
como se o instante passa-se
a deixar de acontecer
para vive-lo por intero
em todas direções

este é imaginando
algo retrógrado
algo de intantes , vivido, vivido e repetido.

Em quando o espiral recoloca o tempo
em relógios, antecedendo a morte...
vemos o consciente confudir-se em lembranças e intuições.

é como se algo puramente ciêntifico
fosse descoberto no passado para o futuro

A utilidade é humana
depois econômica
mas fizemos com o real
moeda
de troca
corrompendo o instinto de desconfiança e descoberta.

Pois se estamos organizados
em tribos ou cidades
poderosas instituições econômicas
criam um fanatismo

Irmãos da rua
ou de cria,
elimine-se em morte
e sintasse como igual dentro do desconhecido.

Quase convido-os ao suicídio
mental
torturando-se
Dentro do sonho
encorporo todas personagens
em um despertar
repudio a ausência da
inconsciencia curiosa
no ser racional

Se limitando a um moeda
a um real
que quando nacional
chama-se posse
depois por exilados fanatismo
de má fé

Sonho durante o ócio
Incluindo-o como base ao argumento
de vida após a morte.
Não confunda com crença
persisto que sinta o instante.

seja da arte ou de sua própria parte
nós artistas amamos o amar a vida:
só por senti-la antes da vista.

incluí a ética do indivíduo

não confundas ócio com estagnação
a saúde esta ligada a mente
e o corpo acompanha o envelhecer com o vento soprando.

O som ensurdece
e as cores vão destorcendo junto das formas trazendo a cegueira
a velhice sugeri uma escala ao tempo que não
compreendemos

Se não assustasse com a moça sonambula,
Falava antes de eu perceber
Via misturar-se com meus vácuos,
continuaria sonhando.
- E Ele abre os olhos....

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