I - As tardes na sé, Quanta gente? Que imundice! desvirtuosismo! Que imundice? Desvirtuou-se? Qualquer cena, trariam curiosos uma multidão, em cada discussão, Insistiam em desfazer a beleza dando nome pras tuas angustias Era revolta! Volta de dentro para a fúria Das entonações e acusações! Era o poder dos mensageiros a palavra abençoada pela maldição, da raça! Os sinos tocam as 18 horas, e toda arquitetura projetada há 500 anos Reascendem lentamente, com o badalar. ... "O que trabalhou á passeio, com quinar e sonhos, Fotografava." II - Da praça, A mulher nua, Trouxe o corpo em coral. A Praça pregando aos pregadores, disse: - Meu solo é vosso respirar, nosso riso é indício de primavera. O homem que gritava com o paletó ensalivando a cada fraseado rememorado, e fundia as pessoas com os demônio durante todas as manhãs, tardes, por vezes, dormia ali mesmo, pra ser o primeiro a dar-lhe nomes. Quando a ouviu, cerrou os olhos, desacred...