sexta-feira, 20 de julho de 2012

Barque’la



E o que seriamos sem compartilhar?
Esbanje-se ao submissos de suas fraquezas!
Libertar-se-ia de toda sua moral?
Jamais!
Não sejas tolo, e digas de quem é a fraqueza?
São nossas, as suas só poderiam ser suas.
E quando apontarem ao silenciar, é por que querem vê-lo vivenciar?
Pois tenho meus minutos, que as vezes prolongam-se por alguns ciclos lunares...
e ficam à afunilar fraquezas em resposta devida ao todo confundido. Percebe-se a desatenção, alienado à tensão.
Tão vaidoso!
Chames como quiseres.
Pois sem ter-me naquele ou outro instante, era por que corria exasperado em reportar meu ser, que deve envaidecer...
seja como escolher, pois fez-lhe da vida seu observatório. E o tempo?
O que tenho com ele?
Até onde o deixará o levar?
Deixarei-o sabendo suporta-lo, aprendendo a guiar-me através de sua direção.
és ingênuo!
Sou daqueles que desconfiam da exatidão.
Estou pronto, vista sua bata, em cada bairro mostre-me um numero.
e o improvisaremos
façamos nossa dança sem lembrar que somos almas que doem
também.


Balançam para envolta
recombinam com os olhos
que sorriem para a volta
que o próprio riso fosse também doutra despersonificação
ou uniam-se abraçando-se até que o sono confunda com sonho que funda seu riso ao tato que enquanto gélidos com a grama, fundiam: calor.

à viagem, São muitos os bairros.
tu convidaste a musica ao teu corpo
e mostrou-me as levezas do ritmar.


Este não sou eu,
Fora eu tentando ser.
sem ser o que não devia ter pensado.
Respiro em falso
cada passo descalço
comove-me
ter de ressurgir

Mas armas são estratégias
que quaisquer dos eus fará uso quando descoberta;

Estão

Dizem que ama-se quiseres
desta ou daquela parte que desatinavam
Barco e barquela. Foram feitos bons amigos.
Em barco. Fosse fácil.
Barquela. Era maestra. Tinha gestos ligeiros e sorrisos longos, era ela.

Mas Barco estava sob a plenitude desconhecida, amaste como criança curiosa. E pediu sua mão daqui a setenta anos era o tempo que dava para cada disritmia que passava o seu sorrir. Barquela ria e contava como piada pra quem pudesse rir também. Para a época Barco era um des-remado. ele vangloriou-se até que a dor, fosse ele em estado sólido.
E sempre repetia a si, sua musa. Barco vivia entre seus amores.
- Barquela levei a ti minhas paredes desmoronando. Seu movimento, sua compreensão sobre cada rachadura levou-me. E trouxe-me. Quando pude unir o poder de agir e observar, levar-se-iam depois de banharem-se nas horas despretensiosas, preciosa.
- Junte-se a nós mero poeta.
Barco conteve-se e            proferiu teu sorriso, com a imensidão do silencio.


Respondia a si... equalizara o sentir, e tábuas arqueadas... cravava.
Pontuaste Hachuras em poucos vãos ... deixando os outros vãos serem atrações. o vazio atraindo mais espaço. Até que preencher-se torne natural. 

Um comentário:

  1. Texto bem doido mano. Várias idéias daóras...

    Curti pracas essa passagem:
    Este não sou eu, Fora eu tentando ser.

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