terça-feira, 24 de julho de 2012

Tecendo o Espaço/Tempo

Com o repente sendo molda-dor
O momento !!

Dela, as cores
Conduziam uma multidão
Para além-de-todos-índigos:

previam que o ser sofrido
era porque inventavas sobre si

O todo com o matiz
de um coro gregoriano
E além-de-todos-servos
a névoa que poem-voo
ao eco do esvair d'alma.

Este momento transforma-se para uma nova era.
onde superaria o que envolvia,
sob um período sem estética.

II- Coube a estética.

Ao rico
descompromisso,
Ao arqui pelego de sonhos.
Ao mundano que move
telas e pincéis.

Onde estão os índigos?
 Por qual molde têm visto?
quantificaria os indignos,
além de todos os males?
como descobres cada momento?
Aproveita-se em quais dos tempos.

Hoje é o presente, aquarela.
O agora é tão rico quanto o passado reinventado. Vangloriado.
A alma que ressentia: senti.
além dos becos e abismos.
Agarrar-se às paredes do tempo. Inventando o agora. E deixando o passado em foto-grafias.
Viver ciente das quedas,
é livre condenação.
Antes livre.
ação
e despretensão.

Quais os sãos?






Um comentário:

  1. Misturam-se as cores no presente que tem como meta seja o índigo?

    Passados reinventados...

    Show!!!

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