quarta-feira, 14 de março de 2012

som, em, su, por, real.


Meu som
Correu entre o sangue
Meu olhar se encontrar nos escombros das janelas
Dos bus, Buscávamos ordem entre o tempo e o Ruído.

Nos meus sonhos, suas realidades, meus medos
Fumam charutos e riem da minha cara
Falando de suas almas vádias.

A fumaça não ria
Passava, aroma, Falso enxofre
Que estava em mim
Mais não habitava eu o trazia por egoísmo
     E trazia o compasso destruído, Assimétrico...

Todos nós um dia não iremos voltar para nossos lares
Foi por egoísmo que não me despidi, me despi
E o que sobrou foi só o cheiro do meu estomago enjoado.
E por esgotar e Por retorno
Com... com aspirais e
Retrovisor

Atuava sem pistas.. apenas sentidos
Entre o espaço
O vazio
E outras possibilidades
Nem sempre o oposto
   Inesgotável surreal...

Meu pau gaja e molha minhas Calças e minhas mãos esconde minha timidez
Meu medo e a falta de coragem de escarrar tudo isso na sua cara pela boca.

Em lagos, meus sonhos sem quedas, permanecem em voo e interrupção;
Eram criações dos intuitos
Imagens sem reflexo, pousou sem luz.



Escrito por Rodrigo Alves e Felipe Beltramelo

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