quarta-feira, 28 de março de 2012

Infância contada, socialmente não esqueça da alma..., ao repetir-se

Aos poetas Malucos
e os rastros que acreditam sãos
Todos por viver são; Mentecapto.
Desavisados da Insana:

Esta és bela
e louca
feia ao olhos das feras
ferida ao que a cutucam
até chamar-lhe de pus

Repugnante.

Não enumere meus rastros de labor com salário
seria oposto à alma
que desconhece certas rotinas,
A isto chamam Insano - Mentes de cortes.
sem pés para as alturas
ou cabeça para as conjunturas

Este rigor de sermos quem quisermos desde que à sociedade
Quase amável
Hoje detestável.

Não sou tão patol[ogico
e nem métrico
 e se provares minhas repetições
ainda
não concordarei com o jogo de cordas: "cabo de guerra"

Ainda somos o pequenos
que brincam no berço.

Levamos tão a cega a infância
como qualquer uma de nossas crianças. Não se vêem envelhicidas

Este tempo que puseram indices
mistifica em objetos
nossa maturidade

E daqui 2 horas
Vejam o quão contado e certo se separemos do relógio D'alma
Irei juntos ao meus "colegas" juntar o lixo que deixaram doutro lado do berçário.

Nós inventores, infantis, propusemos nossas criações.

Queríamos ordem
sem nos conhecermos.

Ou não estamos sãos,
ou fundamentando em um tempo que inibe a fome d'alma.

Ouve-se dos ares
que estes pequenos suspiros vê-e-mente
do todo para si,
Daí, de si para o todo. sem interrupções. Ou o avesso.
Mas não em minutos, e nem tão real quanto o presente.

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