quinta-feira, 22 de março de 2012

Encontro inesperado.


Encontramo-nos novamente
Raras vezes que coincidem
Bora?
Fomos... Rastejados por risos
Expressão de preciosismo
Com que os artistas
Aprimoraram
Erguendo-se ao topo da montanha
Sem escalas
Ergue-se em pontos cegos.
Eu não teria entendido, sem suas maneiras,
Mania de expor em palavras
Agradeço.


Embora, nos vimos uma vez.
Redistribuiu ritmos
Esta boa impressão
Que não importa
Ao peso
Estamos em desencanto
Ou seremos fanáticos.

Por ora os dois.

Desconexo em desonestidade
Com o reparar a vida.
Deixava esvoaçar tudo.
Em penumbra
Em movimentos que
a sombra, em passos de dança, o espetáculo a luz deixava moldes em negro.

para cá

Estamos sólidos
Comprimindo
a bolha solitária
Somos estes moldes em pedras

pergunte ao vento, quando nos encontraremos de novo...
e se por acaso... ou causo criado
Poderíamos inventar.

Estão-se aqui,
Diante do destruído
Ou o que reveste,
Vemos o impossível
Enfileirados
ao mesmo que desordenado.
Podemos Ventar.

Diante de uma crença bem sólida
e o estouro
em solidão
não se via como agora tão alienado.

Para Lá

empoeirado
semi tematizado
não importava...
a consciência tinha graça
quando a luz fazia do negro movimento.

Divina graça
Que pode ser destruição
E descoberta.

Não espere as cenas passarem
Veja que os vestígios
Não são mais nosso
Foram irrigados à nós.

Estilhaços
Que um só
Pode espalhar-se
Multiplicavam-se

Por ali
Empalharam-me


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