sábado, 5 de maio de 2012

Correnteza.

Correm terezas, enquanto o todo permanece sendo estado
envergado.
Rezem o cessar, a aliança com as parte que criei em mim.
Cada qual em sua posição, estamos exposto à vida. Para exposição de delírios alheios.
Ora conquistam por esporte, as próprias horas,
outras enganam-se e atiram por que arrependeram-se.
Correntezas continuas
sem envergadura para esclarecimento,
ou gritos de sufoco criados.
e de viés
um copo com 100 mil réis
de desculpas para o afogamento
do que um dia confundiu com amar.
Correm Terezas.

que as ondas são de formações passadas
o sal só trará o equilíbrio de volta
e antes que soterre
a imagem do errante
ele sopra,
vendaval
correnteza de aprendizado, sabes onde que suas marcas ficaram.
e onde deixou que molhasse.
ainda pisamos
não sei
não precisamos, isto que o temer trouxe à Tereza.

este copo que usa para tampar,
selos para uma armadura.
precisas de proteção, e o que criou não deve estar tão distante de seus medos.

Apontou como quem soubesse
condenar, e os prantos fora livrados com um só mergulho.
Quando o que queria era livrar-se.

Pois não, Correnteza.
Esqueceremos.

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