sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Antes da calma na alma existe a dor

mergulhei a alma no laranja
derramei lagrimas por um amor
já me afoguei no azul
abracei a morte

me inspirei no vermelho
difundi minha mente na sua
sobrevoando a solidão

vivi a imensidão

bruta simpleza vou te lapidar

Houve riso e dor
nossas promessas
dobradas no acaso

ouvia
versos no ar?
Do sofrimento soterrado
nasce o ator.

Aquela fim de madrugada em que meu corpo 
era areia
minha mente trovoadas
os olhos escuridão

o mar rasgava o som do meu coração

soluçando o silêncio
por horas que eram dias
e tornaram anos
fui acolhido
por um raio que eletrizou meu peito.

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