segunda-feira, 9 de setembro de 2013

A mente não se limita ao cérebro

O mar cortisol, remédio dos alquimista...
fundiu escombros do homem junto da bela imperfeição da natureza...
as ondas sonorizam  o compasso dos pássaros que flutuam por cima do que seria o prédio;
diante dos outros que estavam a sua volta, impedindo o sol de atingir a areia;

O homem que em sociedade é excomungado, destinado a viver próprio apocalipses segundo os olhos que apontam os distúrbios cerebrais;
Carregava em seu rosto afluindo o corpo e o cérebro, o sorriso mais singelo e imenso; a cada pedalada, a cada curva, a cada respiração, com seu capacete de proteção que já não era útil para encoraja-lo, não tinha medo, era puro em fluxo; com alegria mostrava o largo sorriso, sem qualquer metafisica, ou pensamento;

A felicidade é o estado imaginário que circula através das pressões da mente; atingi-la assiduamente é compreender o ciclo do vento, para senti-lo o muro deve ser menor que as raízes...

o mar cotisol, dopou as pedras, curou as feridas que a terra inflamou

Do sol, o astronauta esticava a alegria até a felicidade, para que dai alcançasse a essência rara e única, até para si, melhor do que se parece ser, ao mergulhar no espelho; Para tanto deve sentir as estrelas. Sem metafísica sobre a morte ou filosófica para contemplação; A felicidade é tendencia existencial Humana, intuitiva;

Há muros que crescem, ou, desmoronam quando as raízes se aprofundam.

2 comentários:

  1. Descrédito na crença. Descrença.
    Percepções necessárias que nem sempre viram mudanças.

    Muito bom o texto. Fotografia

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  2. Esse é o meu favorito dos ultimos que voce tem postado. De uma sabedoria e leveza incrível. Parabéns, Digão!

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