quinta-feira, 8 de agosto de 2013

O tempo uníssono

O tempo do pretérito
será invisível

presente ao futuro
seria o infinito...
Raios em fluxos
 condensa
em atos
e sensações

              O sorriso e o choro
o excesso que a vida
     presenteia
em pequenas coisas
e grandes viagens.

o desconhecido transformou as ríspidas ideias dos carpetes antigos...
 em instrumento de voo

Nada iria
nem ouvira
do nada ria,
e voltava,
as ondas e o céu
cantava a desordem, o novo em melodias que o vento soprava.


Com nada, por nada, devia...
detinha,
tudo em jazz
sem recesso,
por intervalos.
 intervalos em recessos
que ecoa da mente.

os tempos estão vibrando
em uma só corda
e a primeira
volta a ser a ultima.

Devia ao tudo ou ao nada?

o nada não pode ser nulo.
O que dizer de tudo ?
Não saberia
conter o nada em tudo, nem o tudo em nada.
Alcançaria o infinito em qualquer uma das buscas.

Pois então, ao que devia?


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