Suicídio do pulso
Afogarei todo o sentir em poeira polparei os caprichos dos riscos da ferida elegerei o sentimento aquele que me elegeu me fez inflamar pelo Belo definiu-me a beleza deixara os olhos enganar-me com o fitar dos seus deixava a compor todos os versos em seu sorriso, sem ser permitido. Seus pilares já estavam montados Devia olhar com distância contra o impulso, Passei quase parando olhei-a, mas fora só reciprocidade evitarei o pensar ou lembrar inventarei um pulso contra o de agora que não me permite acordar. Deixo o que perdemos a um novo conquistador que levará seus risos por instantes que não pude ser preciso. precisava evitar, pois só fitavamos olhares, este são os novos pilares e o sonhar, ainda está após a dança. Dancemos conforme repassando, um pra lá dois pra cá. seria minha amoral, deixo que decida sem ao menos entender meus desejos suicidas todos temos, para uma vida desejos que se passa além dos véus, céus, ou corrida corria corroendo-me por deixa-la enquanto os braços que me fal...