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Sobrou da morte

a panfletagem... Anunciavam folhas secas que estavam acima das árvores quem olhava de baixo ria com as folhas que levitam de cima largavam-se para o encontro do rio que fazia a margem dos olhos ouvia-se o lacrimejar. Chula. Poesia Barata. Por todo canto poesia para os ratos versos enjaulados. Viceras estúpidamente humanas.

Eterna fragrância

Não pensamos que só ouviríamos o silêncio. Você Logo optou por uma música cantarolou voluptuosa sorria com gestos pedia carinhos. assim que o rodar fez-se com rapidez e nos deixou a caminho, a lua que dava dimensão do dia clarear,O mar e o amar a imensidão, Abraços e pedidos. A distância deixou-nos irreais. surpreendia-nos com qualquer imagem crúa: Guardava Risadas, Agora Silenciosa. Somos o som. Sobre os caminhos. Do silêncio. Das lembranças.

Invisivel

Quando a loucura contornou nossa pele Enquanto a fogueira iluminava o calor acompanhava a noite. As palavras da epiderme. As voltas, voltagens inventou sobre a realidade qualquer palavra que fundisse a ideia do amor. Não tínhamos ideia eramos intuição desregrada de razão. Eramos fundidos em luzes lenha e ruídos em harmonia. Ao acordar a melodia estava em catarse os olhos se encontraram sem entender ... estávamos certo de que o surreal existia, superando todos os eixos incompletos. Ou interrompidos. Não há esperança, só o instante.

As palavras Soltam

As palavras são soltas,             Ao ar perde-se em paralelos, Ecoando horizontes para preencher-se...                                       Diferencia das letras escritas. As palavras são soltas o tempo com passado em sintonia As palavras são soltas compassa o tempo As palavras são soltas passa com o tempo a sintonia. As palavras são soltas a  repetição formaria pausas as palavras são soltas as pausas são respirações as palavras são soltas o silêncio.,, ---------- ----- ---------- ------- ------ ---------- -- ----- As Palavras são soltas O passado compassa o tempo As palavras são soltas repetem sem pausas ou sintonia as palavras são soltas repetem sem pausas ou sintonia As palavras são soltas o vento preenche e as linhas explicam o linear. As  palavras ao vento dificilmente igualaria os sentidos das ilustra...

Cartas de corte

Teus jogos sem regras           ou vencedor, esvaziava o tempo. que antes preenchia de horas. Juízo comparativo cantarolava marchas insanas, Comuns. a substância o tocar e sentir olfato nostálgico A matéria física: Tabuleiro. O homem torna a olhar a calçada. encosta a outra metade das costas no contra guia. com o baralho separado. Fazia jogadas que os olhos não acompanhava. Estavam prontas. Até que cerra-se, e a profundidade do escuro, erguia aos planos do passado. E antes que voltasse as costas com o muro. Dissipou todo ar que a garganta acumulava. o peito feito compressa, lançou o impulso: SOU O VÁCUO ? ESTAS TRILHAS SÃO VIRTUAIS!!! o som é estridente e agudo, o susto, e a esperança, confinam cores. que o linear desconhece; Tudo repetia sobre a mente. o tudo não tem definição. mas se o dissesse, a palavra ecoava até que encontrasse ar para preenchesse a casca. O homem juntou o que restou das cartas, ...

Superego e id e o ego?

Perdia o tom ao palanque do orgulho, sorria entre muros; Represa de eixos: Graus que um equilátero invejaria a perfeição                                               Do caos, a desordem.                            Que   Nutre os anseios. O ser pulsa...                    Pulsa, repulsa                              insulta a própria alma, com falas sem ar Ar sem fala. Para clamar Dor? ou Prazer? Tende ao ínfimo  fim do estado ébrio. Toc Patoc tac tic te  tictê ticte tumba, tumba, Tuumba, Tumba! Não estou longe do real, porém, vivo o abstrato em comprimidos vitaminados. ares em reservatórios. - - - - - -- - - - - ...

Desencontro dos cacoetes

As menções que a mente realiza à Fuga Despejam aos movimentos que inspiram da beleza a sutileza. o ar que cadencia com a terra o tom do fogo. A água que ao inundar os olhos rasos, mililitros de lampejos  iluminam As cachoeiras Dos sonhos. E as letras transformam-se em sussurros: palavras, sem equações ou vértice perfuram os ouvidos desprezando a destreza da alma que ouve. Sorria ao ser vista desnuda. Presente do instante em que a emoção Capacitava o dom do invento contra o estático.