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Palhaço

Ao ponto que houve desencontro ao tentar um tanto em quanto ha de semear o todo. o enlace deixou-o alguns passos para traz do palco. No entanto os palhaços reproduzem luz, Antes a absorvem Solvem Admitem a falta de posse O todo incluso ao fragmento Ao ínfimo Mas há desordem quando se pensa em sorte, Por acaso o sol sempre reaparece. Refez-se aproveitando o céu aberto para sapatear e dar colheradas de nuvens. O amargo Era o sabor os olhos eram o semblante E com tanto Altos Campos Encantava-o: Saber sorrir como quem deveras sente a dor.

Chega loucura.

Estamos presos ou liberto em um mundo Chances de moribundos o inchame deles. Correm enquanto há veias corram acreditando no real Em coro de súplicas à mente que deve sentir dor. Há quem tente e sente menos mente centrada Direcionada pelo exercício apenas tentativas, Conviver consigo és um exercício Corrente de sangue de veras lógica. Caminhos impulsionados certeiros Ao extremo. chega a loucura das feições do sentir, evaporam para recompor. Corpo, mente, de veras senti. Ou sentir.

Quarkz

ó imagens somou-se ao que? quão fragmentada tu podes ser? Olhando, o todo. Compreende-se o belo por ser cego. não por completo. apenas envolvia-nos em mesuras e "definitivas" possibilidades. Este conformismo Não pode ser conforto do instante Antimatéria podes ser o avesso e o arremesso de trajetos. o que preciso é compreender o refletir que atinge quase que equacionado, o ponto que viam do horizonte. de onde viamos chamaram de terra átomo Quarkz Apenas Luz. ó imagens caem dos olhos, ou perfuram a visão?

Fosse simples

Palpávamos o simples, pelo menos o queríamos. Mas não era tão palpável Era apenas ser. Mesmo quando não pode parecer-se contigo Quando o desconhecido For seu bom par de olhos... patológico quase reto                                                                               Quando há busca. Toda música deve ter sua quebra Conquista o movimento que faz transgredir as sensações A parte anterior Ainda soa como se acompanhasse Por caminhos mudos O novo ritmo Reconheço O passar e o ignorar O fluir sem ser percebido Incorporei-me ao confiar a em ti E quando não soube ...

O Velhaco

I - Era preciso parar privou-se das palavras era uma entrevista sem que devesse ouvir. Em páginas mal lidas era falsete dos sons luzes opacas... e outra letra em rabiscos soa música, sem rock ouvia valsa salsa dançava feito mudo, Em Outras palavras: Arbusto que deixou de regar Rasgou através das folhas. Saiu à caminhar. II - Bem-vindo dizia. Não via nem ouvia, confirmava no sorriso aparente. Aparentava. Aguares que soam Frio que atordoa Livros sem orquestra, E dança, refaziam o pleno em silêncio. III - Desatou: Espero o vazio Pelo siso que me aproximei, Estou por uma sensação de caos que me organize. Até quando? Respondia o sujeito que debaixo de chuva parecia dar braçadas para nadar. Até que o caos chegue ao cume. Não é muito tempo? Dando pulos que para um velho não veria tantas vezes, respondeu com outra pergunta. Refere-se ao tempo que já passou? Ou... Estou preso ...

Zum tum teen

Pelos contar e ao rodar das tardes. Contra-via sorria ao tempo que esmiuçava em outras impressões. era prevenir o que prevíamos. Pouco de vida barco de tons que sem tempero é os olhos vedados. Para reencontrar sem o peso do que se perde faz-se novas conquistas ouve-se do que era tédio novo ar equalizado que sempre esteve compondo.

Fases, passos, sem apostas.

Ainda há sede. seda-anti sem fórmulas a lógica presumiu da boa mão que a falta trouxesse sede de ganhar em sumo, o que se passa enquanto o piso mostra própria face, facetas para explorar, dizia que era feitio da solidão que o vazio era imaturidade que o amar nada tinha a ver com saudades. pisou rente ao todo omitindo verdades criando-se livre, poderia até que acabasse de quebrar o piso. aproveite seu pisar, e levantasse para concorrer quando o vazio voltar a ti. Faça do espelho a charada. as marcas de um calcanhar mais fundo que o outro. Aprendendo a errar. Somando ás cartas de sorte nem levo mais às mesas .Dessa vez Silenciarei. Farei Parte do carpete sem cor nem corte correrei sem evidência sem dores como um belo piso.