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Espelha-mente

Loucura posta Cura desemposta Posse do lou Comodismo invertido No seu avesso O semblante preso Nos olhos Cego O canto sur Duvidava Do vento Amante Da dor Do virus intru Zombido D’alma. Pés ao chão Gelo, surra, chuva, a mor Terrava o coração Em plumas de galopes Vai pra onde? O suspiro, relinchou. Angustia.Angustificava.Angustiava

Uma

Há um novo Estilo Uma essência que toca vitrais Uma vicissitude ínfima Um sorriso Intimo Seria a essência Que combinada Com o ar Um imenso amarelo queima-se. Um desconhecido Que nasce da primavera Ao outono O enredo Auto regado Florescendo Com cores do infinito.

Quantos

Em quanto a palavra convida a naturalidade? reais? Em quanto a silaba conta a palavra? ouro? em quanto o vento inventa tempestade? petróleo? em quanto sua alma e o papel relacionam? Vida? Enquanto os olhos cantam, luzes ecoam no templo Eu ros? Entre os rios, sóis, sombras enriquecidos momentos em que agora já foi e agora         e... ... E agora?

instipado

A ferida Sentida a cada toque da Iámina c0m a peIe saúdaveI A sensaçã0 doente                                                                                                                    Banhada no ácido: Separa o sangue da carne… 0 Tempo efeito cicatrizante Age com maestria Separa geIo da Agua Transforma vap0r em raios Mas tempo? -Há cicatrizes que nã0 cicatrizam! A carne ou a Iámina, ...

Con-sentido

Toldo de virgulas suas cores guinavam-se no som os braços de voltavam devoto a si Em matiz do vendaval que soprava no rígido da alma aplicando o preenchimento através da morte transbordava amor matava as tensões o corpo perdia a forma e a calma estava sob a escuridão dançou o temor pressentiu o terror viajou com sentindo do anacronismo o sobrevoo do dragão rondando circular-mente Toldo de vidas entrelaçadas nas cores no silêncio da folha que dança do topo da arvore até o rio das montanhas a lagarta que ria, voa descobre o pé de amora o mato que amana dança vagarosa e brilhante sobre o muro contorna do chão até o topo alcançando o outro lado com velocidade descoberta pela desafio do vento. o dragão funde-se a lagarta queimando as cores transformando-as em gelo rivoava por tons rivoava por chão e altitude novas rivoava o vermelho rivoava o amarelo sonhava toda a sabedoria sentia o todo, o nada, a vida. a borboleta terna sobre a im...

Anarquista

o egoismo é exaltação de interesse próprio, a satisfação dele; o coletivo é comunhão entre os interesses; Ainda assim satisfazendo o individuo; As regras são formas de controle mas se alma não aprimora empatia com o outro não há formalidade, nem teoria que force o ser agir em comunhão; Agir só para si é arte da solidão é aceitar as prisões de uma sociedade de almas desertadas sorrir só para seu corpo é ser manco com ideais ou desnutrido de amor "pequenos hábitos, grandes negocios" Quais sãos os valores que te contaminam, tal qual o efeito da peste, competição? Individualidade? coletivismo do umbigo? quando seu pulmão inchar seu coração apodrecer e o mau cheiro, finalmente, emergir! irá então perceber! Quando estiver em um quarto escuro temendo o silencio absoluto buscando qualquer dose de prazer sejá num hábito seja num hábit se ja um hábit ou seja habitado por um mundo ou seja um hábito seja o costume que inventaram ou veja seu rápido...

Música: Espectro azul

Dançou nos olhos                  fechados Suas formas ebulia novo transcendente Alçou num rito                                              sem significado                            mas advindo sem preparo                    há de vim                                         num vento raro os braços                       helicoidais deformava                                                     o espaço negro ...