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Anarquista

o egoismo é exaltação de interesse próprio, a satisfação dele; o coletivo é comunhão entre os interesses; Ainda assim satisfazendo o individuo; As regras são formas de controle mas se alma não aprimora empatia com o outro não há formalidade, nem teoria que force o ser agir em comunhão; Agir só para si é arte da solidão é aceitar as prisões de uma sociedade de almas desertadas sorrir só para seu corpo é ser manco com ideais ou desnutrido de amor "pequenos hábitos, grandes negocios" Quais sãos os valores que te contaminam, tal qual o efeito da peste, competição? Individualidade? coletivismo do umbigo? quando seu pulmão inchar seu coração apodrecer e o mau cheiro, finalmente, emergir! irá então perceber! Quando estiver em um quarto escuro temendo o silencio absoluto buscando qualquer dose de prazer sejá num hábito seja num hábit se ja um hábit ou seja habitado por um mundo ou seja um hábito seja o costume que inventaram ou veja seu rápido...

Música: Espectro azul

Dançou nos olhos                  fechados Suas formas ebulia novo transcendente Alçou num rito                                              sem significado                            mas advindo sem preparo                    há de vim                                         num vento raro os braços                       helicoidais deformava                                                     o espaço negro ...

Deleitença

Não tens como fugir de mim Nossos olhos prometeram: A pele. Não tens como me esquecer Se nosso mundo ainda não existe: imaginamos.  Sabes que o encontro do rio com o nascer do sol Sublinhou nosso riso Você é as cores que deitado sobre a areia Tentei decifrar o verde e o azul Mas sem toca-la Não poderia entender Os olhos Criavam o norte em que renasci... Seu riso no canto do rosto Ganhando-me por inteiro embriagando com sua canção mergulhava em teu mergulho e corria nessas correntezas  do sopro de sua alma ceguei o abraço que nos separa é o cheiro que ainda sinto esperei e podes fugir de mim esquecer nossas promessas, oculta-las nas chamas... e podes sumir sem mim pois se encontrarmos os olhos eles entregam um ao outro como elástico solto depois de distanciado. a dor dará forma a orla cantando nosso riso e a surpresa aliviará sonorizará nossa sentença para o deleite. incolor para a razão b...

Sol

a paixão adotou-me: coma no ultimato! a razão posta ao lado inverto-me: ao despejar! Carinho de uma lágrima que se acomoda e provoca as outras todas reclusa ao seu instante o coração que ama o corpo que dança a voz que sobrevoa o tato que inunda o pensar desvairava-se a medida da vida a volta perdida os arcos do vento antevia o sorriso altitude sem adivinhações descem pela maçã do rosto em queda livre-mente pelas feições descansam no canto do sorriso  vertiginosas cores em rota sombras alinhava o chão luzes das matizes em voltas da terra entre as nuvens feixes das vozes das flores Lilás, através dos sóis doutra nuvem laranja e azul e amarelo e ...

desamava razão

A pess0a que se ap0ss0u de apess0ar a peça que estava despeç0and0 apess0ava a pressa da p0sse decep0u 0 prim0rdiaI despess0ava a  pers0nificaçã0 pers0naIizada; !a prec i ava 0 primitiv0 terra erra c0r tera rai0s enterra a d0r teia de cact0s sem Iuz vivem a eternidade v0mita 0 instante digerid0 n0 anteri0r a pess0a despedi 0 pedid0 desistind0 da pers0nificaçã0 sabed0ria ria d0 saber sabia c0rrer d0 sã sempre s0Iid0 sente s0rdid0 m0rbid0 viajante mastigava a mente mentir0sa que matutua morsidade amor de aro am0r rar0 car0 alv0 v0a a0 amarte

O som da voz

Caminha no escuro Entre as luzes Longe dos muros Sente as cores Na sombra das árvores O canto do pássaro Entre cortes Abandona o gado Trance os fios Trance o presente Dance com a sede Trance os fios Trance com o presente Dance com a mente

Aleatório sopro d'alma

sonhos são reais a corda em praças ultrapassa nossa aglutinação invade os tons dos mares a poesia é num riso ou lamento vem do corpo ou vento ou do acaso Precisamos uns dos outros esse labirinto que inventamos com a razão vai matar nosso instinto sejamos uma queda de cachoeira sonhadores que invadem o chão perfurando, Desalinhando os padrões, flutuando o espirito e se ao vomitar cairmos nos padrões é porque foi sem querer Sonhos são reais as mentes elevam o indivíduo a ordem definiu, definhou o progresso Sonhadores elevam-se no sopro dores elevam-se ao fim de risos permitidos o aleatório é a fuga da permissão em um sonho proibido e se cairmos nos padrões é porque estamos contaminados, faz parte do processo.