aceso Acendo outro, o corpo apropria-se das substancia o relógio desfazia as horas com teu badalar, aguardava o sol. o deleite é a abstinencia a fumaça toma o ambiente, a luz semi fusa da luminaria deixam as cinzas em tom amarronzado. Do cinzeiro o sinal helicoidal entrelaçava ao de outras várias bitucas semi apagadas. ao que com metade do caderno em chamas, indentifico a brasa... - isto é real!! " o que é real?" - ainda escrevo... ao que jogo toda a bebida no foco do fogo, por desespero repentino. recupero minha caneta " A fúria do fogo consome minhas palavras " - onde estão os versos dos milionários? Reacendo, deixo sobre o cinzeiro... " meus versos estão presos! inverteria a precisão..." acendo outro fixo os olhos ao teto - Precisamente, fora quando pintavamos a casa. Abro a janela e o sol clareava o céu deste quarto... - estas rachaduras são nossas! "Um un...