quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

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Desprevenido
Respira
o devaneio
da esperança

Destrata a beleza
confortando ao impróprio
fora de si para te rasgar, perfurando os dois rins em um só diminuto
Do ínfimo ao mundo que também és seu
mas rejeita
por querer ser Individuo!

Não era nem animal
via-se como terra
Inundava teu Eu em seu estômago palacial
Estrangulou-se para não dizer a palavra
mas o espelho, balbuciou como dizendo rente a orelha.

Ainda é você!?

Com os dedos fincados ao pescoço,  jogou-se impulsando as pernas e os calcanhares para traz

porque gritas?
perguntas?
Não poderia ser um insulto?

Mas um só segundo e morreria estrangulado pelo meu reflexo.

jogou-se impulsando as pernas e os calcanhares para traz



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