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Camena e a música

-Do que é feito a música?                 Escolha um Raio, Antes de observar o trovão. Conte a duração E tua distância A tempestade é a desordem para o caos A pré-existência deste São as possibilidades ocultas O parque encheu Os muros represaram água O silêncio era a período entre as notas Este que era aterrorizante Quando as           Dissonantes   Finalmente,   Chocavam As Árvores submersas Não tiraram o canto dos pássaros Que apropriaram o divertimento à necessidade Os rasantes sobre o lago Eram boas vindas Enquanto banha, E Alimentam a sede... A musíca: A terra e Horizonte. II- - Será que me ouvem? - Para os pássaros? - Estou dizendo a você! - Mas vô, não entendo o que quer dizer, quando que este parque encheu? - Hoje está cheio! - Não sente os movimentos sob a pressão...

Tardes de sé; Missa acidentadamente

I - As tardes na sé, Quanta gente? Que imundice! desvirtuosismo! Que imundice? Desvirtuou-se? Qualquer cena, trariam curiosos uma multidão, em cada discussão, Insistiam em desfazer a beleza dando nome pras tuas angustias Era revolta! Volta de dentro para a fúria Das entonações e acusações! Era o poder dos mensageiros a palavra abençoada pela maldição, da raça! Os sinos tocam as 18 horas, e toda arquitetura projetada há 500 anos Reascendem lentamente, com o badalar. ... "O que trabalhou á passeio, com quinar e sonhos, Fotografava." II - Da praça, A mulher nua, Trouxe o corpo em coral. A Praça pregando aos pregadores, disse: - Meu solo é vosso respirar, nosso riso é indício de primavera. O homem que gritava com o paletó ensalivando a cada fraseado rememorado, e fundia as pessoas com os demônio durante todas as manhãs, tardes, por vezes, dormia ali mesmo, pra ser o primeiro a dar-lhe nomes. Quando a ouviu, cerrou os olhos, desacred...

Recôncavo

Há o desfazer e a falência. A troca e o vertical. água salina ou super saturada, Correnteza entre bancos ...

Desleixado

Perdi a poesia em uma cardeneta sem espaço para tinta, tinha o trabalho desfazendo o calor E o calor desenhando ação e movimento. A barba à fazer Trouxe um ar de espantalho ao canto das folhas. Era riso de um tempo que as ideias surgiam antes de refletir. Pesquisou nas palavras mapas para órbitas que era o somado som ao lado da infância desistida. des-Existida. Pois é sombra do que não vejo almejo o dom do ilusório Tom de fuga comporta o espetáculo.

Jogo de luzes...

Re-partem. Todos os feixes só poderiam ser guiados por oposições... não o contrário, pois não surprenderiam com posições que oposto pode ser um mínimo de percepção... diferenças, questões que duvidaria se não compreende-se. o que existe é para não suportar ou fazer-se suporte: até ver que é reflexo, que o perceber é estar entregue ao todo. fosse de um raio ou para um zitano sempre ouvia a cegueira do engano. Ditando. Era parte dos planos acidentais e inseguramente sonhado todas as noites... Ora com Harmonias, e vezes, progressões que o desespero solfeja petulante, infínito até que acorde II- ou viveram para um vivero ouvira: Saia da vila. Riram e todos riram...inclusive o distraído. III- Outro caso de sonânbulismo assustando os que madrugavam.

O homem ou o cão

I- Barulhinho Angustiante O Ruido levou Ofegante alvo: Faz-faz-faz coceira, outra ora levava ruminando, depenando o cão, compunha cravados pontos que sangravam ao tocar a pele... Espirava, e deitou-se, lambeu toda ardência que provocara. O homem amassava papelada                  O cão contorcia descobria outro - pula-pula-faz-coceira-volta-e-meia- trocava-dentes Ao raspar do lapis sobre a folha. "Áspero expira pelos ramperos das turvas, peles rompem-se. Cão no mundo cão mudo , surdura Cão Bravo; choro falso Caiu com tudo Rachou com o charuto. Tigela de calmantes... Estava fugindo em silêncio do silêncio. Tremia com o sereno. Cão belo era pleno-valente " o homem pergunta ao cão: - grafite tem o som aspero? Rosnou                 roçou-se        ...

Baile: Enquanto engano e representação

Há mentes assinando-os, Assassinando-os Há mentes, de mentes anteriores . há inventos contra o que sente, Há felicidade em fingir... Asssente teus sisos               Tão Pobre, Duvido;                               invente-se Sorrindo. Sente-se sorrindo? de mentes, montam teus castelos. Tua vivência afugenta do que o rastelo deixa para traz. enfileirado, por ordem de necessidade. Ouviram também do cheiro do papel o compasso que a pena manchava sobre  as linhas...                                            Foice, Pensamento     ...