Versão da chuva.
Quando resolvi cair Molhou uma semana O tempo, inventando contra o cenário O vento molda, os corpos encharcam Sem abrigo, escolhem-se. A cheia da maré, batia Entre o muro, e pedras, Estas que ainda não a vimos, Imaginamos algumas, Mas era só o frio, fazia tremer. A uma chuva que surpreendia Aos sustos antes de enquadrarem-se, O tempo pusera a mim Respondendo, com chuva. os relâmpagos trazia novas cores, ao céu escuro por vezes clareando, e outras assustando. Quando precisara de provas eu não saberia a previsão, sol ou chuva, se será saudades, ou então que chova mesmo. como se fosse um exercício do acaso, identifico alguns alvos, quase fora de alcance, diriam Romantismo. Quase ingênuo, como o cair da chuva se leva a repetir-se. como o ar, respiramos. e o som, escultamos as vezes de água, outros nem nos vemos. só percebemos. o sentido que venta quando chuviscar entenderemos a direção. suposição, para que o tempo por inst...