Mosaico
O céu é Finito As nuvens são tracejadas, rachaduras sem melodia A paisagem: o altar dos pensares. As estrelas Criam os mosaicos Lagartos escapam dos papeis E o Divino: O clarão amortece anunciando o saciamento da morte que reapropria-se dos derivados As lascas das arvores anunciam tom O branco é corrupto fundi o ser ao mutualismo: os lagartos voltam aos traços do grafite. II- As cores da gaveta o fundo empoeirado instiga-me a qualquer ato tornaria-me um idiota, ou antiquado a posição sob a luz trouxe tal efeito... Mas o gesto ao inóspito à grandeza do esmiuçado o tatear da areia com a pele comprimiam com o ar, alucinações da realidade. poderia Ser o I DI OT A. Ao menos Sinto-me enquanto estou sendo-o. Sobre a poeira dos natais passados e futuros. Já que ninguém limparia a gaveta. o som era o da concha. que transportava o mar à consciência. Sentou-se com a cara contra a parede. - o que há pra dizer? o que nego a...